terça-feira, 31 de outubro de 2017

Pratique o simples: 7 dicas para levar uma vida menos complicada

Viver com menos - objetos, roupas, comida e obrigações - é o caminho para uma rotina mais saudável e feliz. Veja como colocar em prática um estilo de vida em que o simples é mais do que necessário.

Para levar uma vida mais simples, pratique o consumo consciente. Veja se você precisa mesmo daquele item, por exemplo.

Juliana Mesquita - Edição: MdeMulher

1. Foque o presente
Está provado que fazer várias coisas ao mesmo tempo não é sinônimo de competência nem de resultado. Tente se concentrar no que está sendo realizado no momento, não importa se você está trabalhando, cozinhando ou brincando com as crianças. Só mantendo o foco é que você consegue captar as próprias emoções, entender e influenciar o mundo à sua volta, além de dar atenção de verdade a quem está por perto.
2. Desconecte-se
“Ter momentos off ao longo do dia é chave para se conectar consigo mesma”, sugere a terapeuta cognitiva e médica nutróloga Mariela Silveira, do Kurotel Centro Médico de Longevidade e Spa, no Rio Grande do Sul. Deixe smartphone e tablet dentro da bolsa, em outro cômodo e nem pense em levar para a academia – assim, você consegue relaxar depois de um dia de trabalho, malhar com foco e curtir o jantar com as amigas.
“Parece pouco, mas a expectativa pelo toque ou alerta de mensagem gera ansiedade e tira você do momento presente”, diz a médica. Ela explica que cada alerta de chamada no What ou curtida em uma foto, por exemplo, liberam uma descarga de dopamina, substância que promove o prazer imediato. Na dependência dessa recompensa rápida, deixamos de aproveitar o agora e de experimentar outros prazeres.
3. Dê-se um tempo
“Boas ideias e decisões dificilmente surgem quando estamos procurando por elas no meio da nossa rotina acelerada”, diz o escritor britânico Carl Honoré, defensor da movimento Slow, que prega justamente a desaceleração como o caminho para uma vida mais plena e prazerosa. “Elas vêm quando estamos praticando um esporte, balançando na rede ou mergulhados em um banho de espuma. Quando estamos tranquilos, sem pressa nem stress, o cérebro entra em um modo de pensamento mais eficiente”, completa.
4. Prepare sua comida
Cozinhando você sabe exatamente o que está ingerindo e tem como controlar a dose de sal e gordura, além do tamanho da porção. Isso faz diferença na balança, como mostrou um estudo da Universidade de Temple, na Pensilvânia (EUA), que acompanhou 12 mil pessoas durante quatro anos. O resultado revelou que aqueles que se alimentavam em restaurante de três a seis vezes por semana tinham índice de massa corporal mais elevado do que os que faziam as próprias refeições ou comiam fora no máximo duas vezes por semana.


5. Curta seus relacionamentos
A tecnologia enfraqueceu os laços entre as pessoas. Tudo bem que podemos manter contato constante e reencontrar gente que não víamos havia um tempão, mas os relacionamentos nunca foram tão superficiais. Invista em quem você ama, seja fazendo mais refeições em família, seja lembrando de telefonar para a amiga com frequência ou conversando mais com o namorado. Vínculos sólidos nos tornam emocionalmente fortes e preparadas para a vida.


6. Pense antes de comprar
E não apenas sobre a necessidade de ter mais uma bolsa preta ou outro tênis para malhar. Mas também sobre a relação entre preço e qualidade. O que vale mais: uma blusa baratinha, daquelas que você sabe que vai acabar depois de algumas lavagens, ou uma mais cara, mas que combina com várias peças do guarda-roupa e mesmo depois de anos está inteira e deixa o visual sempre arrumado? Lembre-se de que o momento pede reflexão e consumo consciente.


7. Medite
A prática facilita todas as sugestões anteriores, pois acalma, ajuda a pôr as ideias e as emoções em ordem e tem impacto na saúde. Vários estudos já associaram a meditação à redução da pressão arterial, da ansiedade, do stress e da insônia, ao controle da depressão e da dor e à melhora da imunidade. Quer começar? Encontre um lugar sossegado, feche os olhos, acalme a respiração e vá deixando os pensamentos irem embora, sem se prender a eles.
Vocês não amam a sensação de abrir uma caixa de um sapato novo? Ou melhor, vestir aquela roupa maravilhosa que estava esperando a ocasião certa pra ser estreada? Eu com certeza adoro. Mas ao observar esse meu comportamento de felicidade ao ter uma coisa nova, percebi que o novo rapidamente se torna apenas mais um item na minha vida. A excitação da novidade passa muito rápido.
"As coisas mais simples da vida são as mais extraordinárias, e só os sábios conseguem vê-las". Paulo Coelho

Espaço Zen – Há beleza no espaço, mas deixamos de reconhecê-lo, porque não podemos ver através das coisas que possuímos. Quando abrimos espaço físico em nosso meio, uma enorme sensação de paz pode habitar dentro de nós. Este é o princípio por trás de casas em estilo japonês. A beleza em pequenos espaços é a valorização do minimalismo, onde menos é realmente mais. Precisamos entender que o espaço é para ser apreciado, não preenchido.
Conservar Energia – Ter menos pertences significa que têm menos posses para se preocupar. Certa vez conheci uma pessoa, que tinha tudo o que ela sempre sonhou. Ela tinha tantas coisas caras e tinha tanto medo de perdê-las. Grande parte de sua energia foi dedicada a proteger os seus bens.
Deixe livre o seu espaço – Quando somos lembrados de algo que possuímos, mas nunca usamos, podemos impor uma culpa auto imposta por deixá-lo sem uso. Por exemplo, eu cheguei a ter 60 pares de sapatos. Cada vez que abria meu closet eu me sentia culpada porque eu tinha sapatos que usei apenas uma vez na vida A minha culpa corroía meu espaço interno, meu espaço mental. O nosso mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior. Ao limpar e simplificar nosso espaço, o nosso espaço interior vai se abrir como uma flor.
Valorização –  a valorização é a semente para a abundância; abundância da mente e da alma. É incrível o quanto pouco nós realmente precisamos. Quando limpamos as nossas casas e nossas vidas e deixamos apenas o essencial, nós somos capazes de aproveitar melhor o que nós temos.
Nada externo a nós pode nos dar a felicidade permanente e verdadeira. Na verdade, temos tudo o que precisamos para sermos felizes de verdade dentro de nós.
A arte de ter menos e desfrutar mais de nossas vidas envolvem algumas mudanças simples em perspectiva. Em primeiro lugar, devemos entender quais os nossos verdadeiros valores e se concentrar neles. Então, temos de ter tempo para apreciar as coisas simples, diminuir o ritmo e ver o que está bem na nossa frente. Por isso segue abaixo o Manifesto para uma vida simples.
VIDA MAIS SIMPLES, POREM MAIS EXEMPLAR...

FONTE:http://ambientevistoriado.com/vivendo-a-vida-simples/
RESUMIDO POR:  JUNIO ALVES CARVALHO 

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Ansiedade, Fobia Social e Síndrome do Pânico - Transforme Ansiedade Em Motivação!

Ansiedade, Fobia Social e Síndrome do Pânico - Transforme Ansiedade Em Motivação!


Vídeo para Você entender esses sintomas desagradável.




5 dicas para aprender a amar sem apego e não sofrer na tentativa

Bom dia,
Hoje vamos falar sobre o não ao APEGO, bem resumido pouco da minha historia, após decepções, magoas, traições, eu aprendi muito sobre não ao apego, e saber lhe dar com muitas coisas, que pode atrapalhar uma vida a dois, claro que ninguém vem inscrito na testa, que pilantra, safada, desprezível, mais a vida e assim mesmo, o que aprendemos e ter mais prudencia e acreditar mais na intuições.

Espero que esta postagem ajuda muitas pessoas.

Vamos la!

Amar sem apego não é sinônimo de amar menos, e sim de fazê-lo de modo maduro. Antes de buscar à pessoa ideal, devemos nos converter no que queremos encontrar

Amar sem apego não é amar menos, nem construir um vínculo fraco com o ser amado.
Quando falamos de apego, é comum confundir com outros termos.

Não é o mesmo que a necessária relação mãe-filho que se constrói através do apego íntimo e incondicional para favorecer o crescimento e o adequado amadurecimento do bebê.
Quando falamos de relações de casal, a palavra “apego” implica emdependênciae a dependência deriva na perda de dignidade e na destruição da autoestima.
Essa despersonalização que, às vezes, estabelecemos ao fundirmos de corpo e alma com a pessoa amada não é saudável, nem justificável, nem responde a lógica alguma.
Cedo ou tarde a frustração aparece, a chantagem, o vazio e a consequente dor.
A seguir, propomos refletir sobre estas 5 chaves básicas que podem ajudá-lo a construir um relacionamento mais satisfatório, duradouro e feliz.

1. Evite ser um “viciado afetivo”: diga não aos apegos que trazem dor

Coração que representa o amor
A base do apego em um relacionamento se ergue sobre uma série de processos psicológicos e afetivos muito concretos, e também complexos.
  • Existem pessoas que, acima de qualquer coisa, precisam ser amadas. É tal a necessidade, que chegam a confundir controle com carinho, ou ciúmes com paixão.
  • Algo que devemos saber é que quem ama de verdade investe tempo, dedicação e esforços em dar felicidade. 
O amor não dói. O amor deve ser alegria, cumplicidade, harmonia e crescimento.
  • Os viciados afetivos experimentam o amor do mesmo modo que um viciado precisa de sua “droga”. Não importam os efeitos secundários, não importa a dor ou aquela lenta autodestruição pessoal.
  • Nunca devemos chegar a estes extremos. Entenda que qualquer tipo de dependência, seja de algo ou de alguém, tira nossa personalidade, deixamos de ser nós mesmos para nos converter em marionetes. 

2. Desapego não é desamor: é amar de forma madura

  • Não importa, diz a si mesma que sua única preocupação e sua única necessidade é fazer Rafael feliz. Mesmo que, às vezes, sente falta daquelas saídas com suas amigas, de falar com elas ou até mesmo de seu trabalho como jornalista.
  • À medida que o tempo passa, Elena se pergunta se está fazendo as coisas direito. Sabe que ama seu parceiro, mas sente que está no interior de um círculo que cada vez a oprime mais, que a deixa sem ar.
  • O que nossa protagonista deveria fazer neste caso não é deixar Rafael, é “se desapegar” dessa dependência afetiva e aprender a amar de modo maduro.
  • Amar alguém não implica em deixar de lado o que somos, o que nos identifica. “Deixar tudo” por alguém fará com que, cedo ou tarde, nos sintamos frustrados.
Devemos aprender a nos priorizar, a dizer “me amo” e “te amo”.

3. O amor tem um limite e se chama dignidade

Casal que se ama, se olhando
O amor tem limites, fronteiras e barreiras inquebráveis. Tê-las claras desde o início pode nos evitar sofrer de forma inútil.
  • A própria autoestima é um limite essencial.
  • Se nos subestimarem, nos ridicularizam ou nos fazem sentir fracos, não é amor.
  • Se ofenderem nossos valores e não os respeitarem, não estaremos ante uma relação saudável.
A dignidade pessoal não admite humilhações; é uma raiz de nosso crescimento pessoal que ninguém pode nem deve arrancar nem danificar. 

4. Cuidado com os amores infantis e egocêntricos

Existem pessoas assim, que entendem que uma relação é como uma fonte de “autoalimentação”, para preencher vazios, para aplacar a solidão e para ser servido e nutrido como a criança necessitada de afeto que, por outro lado, é incapaz de devolvê-lo.
relacionamento saudável e feliz é como uma dança harmônica, onde se dá e se oferece, onde se fala e se escuta, onde se ri e se faz rir, onde se cuida dos detalhes, onde se prioriza necessidades e onde se cuida e é cuidado.
As pessoas imaturas são aquelas que priorizam suas próprias necessidades frente às do parceiro, as que somente enxergam a si mesmas e seu universo faminto.

5. Converta-se primeiro na pessoa que quer encontrar

Desenho de homem sério que não ama
Quando uma pessoa constrói um relacionamento baseado no apego, é comum que seu esquema mental se baseie na ideia de “não sou capaz de me carregar sozinha: sem ele ou ela não sou ninguém”.
Chegar a estes extremos pessoais supõe, sem dúvidas, estar a bordo de um abismo onde, cedo ou tarde, cairemos na depressão.
É necessário evitar este tipo de vícios afetivos e iniciar um caminho “oposto”.
Ao invés de encontrar o parceiro ideal, preocupe-se primeiro em se converter naquela pessoa que desejamos encontrar:
  • Alguém que ama a si mesmo.
  • Alguém que não teme a solidão.
Converta-se em uma pessoa sem vazios, forte emocionalmente e se encha de felicidade, alegria, motivações e sonhos…
Alimentos vitais, todos que “nutrirão” também à outra pessoa para conseguir que ambos sejam capazes de construir um futuro de harmonia.


Bem e difícil falar sobre amor, relacionamento, mais neste texto podemos aprender muito sobre lhe dar com situações que amor vira toxico, e não amor real de liberdade!


Fonte: https://melhorcomsaude.com/5-dicas-para-aprender-a-amar-sem-apego-e-nao-sofrer-na-tentativa/


Resumido: JUNIO ALVES CARVALHO

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

PESSOAS NEGATIVAS. NÃO DÊ PODER A QUEM ROUBA O SEU TEMPO E ENERGIA!

TEMPO E ENERGIA




É importante reconhecer quando indivíduos negativos invadem sua vida de uma maneira não bem-vinda.

"Fique longe das pessoas negativas. Elas têm um problema para cada solução"

Dê ouvidos às pessoas positivas e ignore as negativas. Pessoas que duvidam de você, que o julgam e desrespeitam, não merecem o seu tempo e a sua atenção. É importante reconhecer quando esses indivíduos negativos invadem sua vida de uma maneira não bem vinda.
Às vezes, sem saber, damos a esses indivíduos tóxicos, influência sobre nossos pensamentos, comportamento e sentimentos. Se você desperdiça 2 horas reclamando sobre sua sogra, de quem você não gosta, ou deixa que um cliente bravo arruíne o seu dia, é importante resgatar seu poder pessoal e permanecer mentalmente forte. 

Dê ouvidos às pessoas positivas e ignore as negativas. Pessoas que duvidam de você, que o julgam e desrespeitam, não merecem o seu tempo e a sua atenção

5 estratégias para ter de volta seu poder e reduzir o impacto prejudicial que as pessoas negativas exercem em sua vida:
 Evite pessoas negativas, pois elas são as maiores destruidoras da autoconfiança e da autoestima. Cerque-se de pessoas que estimulam o que de melhor existe em você

1. Guarde o seu tempo.
Pessoas negativas podem monopolizar o seu tempo – mesmo quando elas não estão com você – se você não tomar cuidado. É fácil desperdiçar 2 horas temendo uma visita de 1 hora dessa pessoa. Se somar mais as duas horas que você gastará comentando esse encontro com um outro amigo, você terá desperdiçado 5 horas do seu precioso tempo com aquela pessoa negativa.
Não permita que pessoas negativas roubem seu tempo e energia. Ao invés de reclamar de pessoas de que você não gosta, inicie conversas sobre temas prazerosos. Da mesma forma, em vez de ficar pensando no quanto você não gosta de alguém, você tem que lidar com isso. Ligue o rádio, ouça uma música que reduza seu estresse. Pegue de volta o seu poder, limitando o tempo que você perde falando sobre isso, pensando e se preocupando com pessoas desagradáveis. Faríamos um grande favor a nós mesmos nos afastando de pessoas que envenenam o nosso espírito
2. Escolha suas atitudes
Desperdiçar o tempo com pessoas negativas pode ser o jeito mais rápido de acabar com o seu bom humor. O modo pessimista de ver as coisas e as atitudes sombrias dessas pessoas podem diminuir sua motivação e mudar o modo como você percebe e sente as coisas. Permitir que uma pessoa negativa influencie suas emoções, dá a ela muito poder.
Faça um esforço consciente para escolher sua atitude. Crie um mantra, como “Hoje eu vou permanecer positivo apesar de todas as pessoas ao meu redor”, e repita isso com frequência. Vai lhe ajudar a permanecer centrado no seu eixo. Respire fundo e decida que você terá um ótimo dia, apesar do que os outros disserem ou fizerem.
Não permita que pessoas opressivas e agressivas acabem com a sua felicidade
3. Focar seus pensamentos
Pessoas negativas com frequência influenciam nosso modo de pensar e nossos pensamentos. Talvez você esteja tão distraído com a atitude de seu colega “sabe tudo”, que você não contribui de forma produtiva em uma reunião. Ou, mesmo que você pense como melhorar seu desempenho, você perde mais tempo pensando sobre como ficará chateado se aquele colega desagradável conseguir uma promoção do que batalhar par alcançar a sua própria promoção.
Preste atenção em como seus pensamentos mudam quando você se depara com pessoas negativas. Quanto mais tempo você perde tempo e energia temendo-as e se preocupando com elas, menos tempo você terá para se dedicar a coisas mais produtivas. Faça um esforço consciente para reduzir a quantidade de energia mental que você gasta com pessoas negativas.
Menos você responde às pessoas negativas, mais tranquila e luminosa se tornará a sua vida
4. Escolha se comportar de maneira produtiva
Se não tivermos cuidado, pessoas negativas podem trazer à tona o pior que há dentro de nós. Às vezes, certos pessimistas parecem ter o poder de aumentar nossa pressão sanguínea, por uma razão ou por outra. Uma pessoa normal, calma, controlada e de boas maneiras pode gritar por socorro quando não aguenta mais um único segundo de negatividade. Ou, depois de ser cercada por colegas de trabalho negativos durante horas, uma pessoa otimista pode se ver tentando convencer os outros de que a empresa está condenada e não tem futuro.
Embora possa ser tentador dizer “Essa pessoa me faz mal”, culpar os outros por sua conduta dá a eles mais poder. Quando você agir de maneira não é condizente com o seu comportamento habitual, assuma a responsabilidade.  Empenhe-se em controlar suas reações emocionais e defenda os seus valores e convicções, apesar das circunstâncias.

Você não pode se submeter a pessoas negativas e esperar que sua vida se torne positiva
Você não pode se submeter a pessoas negativas e esperar que sua vida se torne positiva
5. Procure pessoas positivas
É difícil olhar para o lado bom das coisas quando se está rodeado pela negatividade. Procure pessoas positivas para se manter equilibrado. Assim como pessoas negativas podem lhe causar mal-estar, uma pessoa positiva pode clarear seu espírito.
Identifique as pessoas positivas em sua vida. Passe um tempo com elas regularmente. Um rápido almoço com um colega de trabalho alegre e solar, ou um passeio com um amigo agradável, podem lhe ajudar a se manter  bem.
Decida firmemente que você não vai permitir que pessoas negativas determinem como você pensa, sente ou se comporta. Pegue de volta o seu poder e foque o seu tempo e energia para se tornar o melhor para si mesmo.

Fonte:https://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/190713/Pessoas-negativas-N%C3%A3o-d%C3%AA-poder-a-quem-rouba-o-seu-tempo-e-energia.htm

Resumido: JUNIO ALVES CARVALHO

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

O que é bullying?

Saiba tudo sobre o universo do bullying, prática muito frequente em escolas que já é um problema crônico no país.

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.
Confira os seguintes pontos que serão abordados neste artigo:

O que é bullying?

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas.
O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão.
Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.
“É uma das formas de violência que mais cresce no mundo”, afirma Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz (224 págs., Ed. Verus, tel. (19) 4009-6868 ).
Segundo a especialista, o bullying pode ocorrer em qualquer contexto social, como escolas, universidades, famílias, vizinhança e locais de trabalho.
O que, à primeira vista, pode parecer um simples apelido inofensivo pode afetar emocional e fisicamente o alvo da ofensa.
Além de um possível isolamento ou queda do rendimento escolar, crianças e adolescentes que passam por humilhações racistas, difamatórias ou separatistas podem apresentar doenças psicossomáticas e sofrer de algum tipo de trauma que influencie traços da personalidade.
Em alguns casos extremos, o bullying chega a afetar o estado emocional do jovem de tal maneira que ele opte por soluções trágicas, como o suicídio.
O que não é bullying?
Discussões ou brigas pontuais não são bullying.
Conflitos entre professor e aluno ou aluno e gestor também não são considerados bullying.
Para que seja bullying, é necessário que a agressão ocorra entre pares (colegas de classe ou de trabalho, por exemplo).
Todo bullying é uma agressão, mas nem toda a agressão é classificada como bullying.
Para Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para ser dada como bullying, a agressão física ou moral deve apresentar quatro características: a intenção do autor em ferir o alvo, a repetição da agressão, a presença de um público espectador e a concordância do alvo com relação à ofensa.
”Quando o alvo supera o motivo da agressão, ele reage ou ignora, desmotivando a ação do autor”, explica a especialista.

O bullying é um fenômeno recente?

Não. O bullying sempre existiu.
No entanto, o primeiro a relacionar a palavra a um fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega, no fim da década de 1970.
Ao estudar as tendências suicidas entre adolescentes, o pesquisador descobriu que a maioria desses jovens tinha sofrido algum tipo de ameaça e que, portanto, o bullying era um mal a combater.
A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores.
“O fato de ter consequências trágicas – como mortes e suicídios – e a impunidade proporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema”, aponta Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil.

O que leva o autor do bullying a praticá-lo?

Querer ser mais popular, sentir-se poderoso e obter uma boa imagem de si mesmo. Isso tudo leva o autor do bullying a atingir o colega com repetidas humilhações ou depreciações.
É uma pessoa que não aprendeu a transformar sua raiva em diálogo e para quem o sofrimento do outro não é motivo para ele deixar de agir.
Pelo contrário, sente-se satisfeito com a opressão do agredido, supondo ou antecipando quão dolorosa será aquela crueldade vivida pela vítima.

O espectador também participa do bullying?

Sim.
É comum pensar que há apenas dois envolvidos no conflito: o autor e o alvo.
Mas os especialistas alertam para esse terceiro personagem responsável pela continuidade do conflito.
O espectador típico é uma testemunha dos fatos, pois não sai em defesa da vítima nem se junta aos autores.
Quando recebe uma mensagem, não repassa. 
Essa atitude passiva pode ocorrer por medo de também ser alvo de ataques ou por falta de iniciativa para tomar partido.
Também são considerados espectadores os que atuam como plateia ativa ou como torcida, reforçando a agressão, rindo ou dizendo palavras de incentivo.
Eles retransmitem imagens ou fofocas.
Geralmente, estão acostumados com a prática, encarando-a como natural dentro do ambiente escolar.
”O espectador se fecha aos relacionamentos, se exclui porque acha que pode sofrer também no futuro. Se for pela internet, por exemplo, ele apenas repassa a informação.
Mas isso o torna um coautor”, explica a pesquisadora Cléo Fante, educadora e autora do livro Fenômeno Bullying: Como Prevenir a Violência nas Escolas e Educar para a Paz.
 Como identificar o alvo do bullying?
O alvo costuma ser uma criança ou um jovem com baixa autoestima e retraído tanto na escola quanto no lar.
“Por essas características, dificilmente consegue reagir”, afirma o pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia).
Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno procura ajuda, a tendência é que a provocação cesse.
Além dos traços psicológicos, os alvos desse tipo de violência costumam apresentar particularidades físicas.
As agressões podem ainda abordar aspectos culturais, étnicos e religiosos.
“Também pode ocorrer com um novato ou com uma menina bonita, que acaba sendo perseguida pelas colegas”, exemplifica Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil.

Quais são as consequências para o aluno que é alvo de bullying?

O aluno que sofre bullying, principalmente quando não pede ajuda, enfrenta medo e vergonha de ir à escola.
Pode querer abandonar os estudos, não se achar bom para integrar o grupo e apresentar baixo rendimento.
Uma pesquisa da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia) revela que 41,6% das vítimas nunca procuraram ajuda ou falaram sobre o problema, nem mesmo com os colegas.
As vítimas chegam a concordar com a agressão, de acordo com Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp). O discurso deles segue no seguinte sentido: “Se sou gorda, por que vou dizer o contrário?”
Aqueles que conseguem reagir podem alternar momentos de ansiedade e agressividade.
Para mostrar que não são covardes ou quando percebem que seus agressores ficaram impunes, os alvos podem escolher outras pessoas mais indefesas e passam a provocá-las, tornando-se alvo e agressor ao mesmo tempo.

Como ser um minimalista sem perder!

Você já sentiu como não importa o quão difícil você tenta, quão excepcional é a sua rede, quanto você empurra para estar em todos os ev...