sexta-feira, 26 de abril de 2019

Relacionamento: como dar apoio emocional a um cônjuge!

O importante é comunicarmos gentilmente nossos sentimentos, para que ambos saibam em que pé cada um está alguma coisa pode ter acontecido no trabalho. Possivelmente você ou seu (sua) parceiro (a) pisou na bola, o que custou à família algum dinheiro extra que vai realmente fazer falta neste momento.
Talvez você possa ter involuntariamente desestabilizado sua família durante algum tempo. Seu cônjuge pode não ter a reação mais solidária, ao menos não no começo. Algumas pessoas ficam muito incomodadas quando as coisas não andam do seu jeito, e nossos cônjuges são apenas humanos.
É normal reagir emocionalmente quando alguma coisa nos tira do sério ou nos assusta, mas depois desta reação inicial, a maioria dos adultos deve conseguir pôr de lado os próprios sentimentos enquanto seu outro significativo está lidando com uma situação difícil.

Seu ente querido pode tender a agir inconscientemente, deixando aflorar todas as emoções negativas que estiver sentindo. Isso pode ser destrutivo para qualquer relacionamento. Precisamos aprender a filtrar nossas palavras, mesmo que nossas emoções estejam nos fazendo sentir abusados.Ser solidário não significa ter de fazer alguma coisa que nos cause desconforto. Se estamos realmente aborrecidos com uma decisão que nosso cônjuge fez, ou uma ação que ele empreendeu, então é preciso falar sobre isso, e talvez a conversa precise transcorrer com a ajuda de um terceiro.

O importante é comunicarmos gentilmente nossos sentimentos, para que ambos saibam em que pé cada um está e possam imaginar a melhor maneira dos dois se ajudarem mutuamente a lidar com a situação.
Algumas pessoas gostam de discutir seus problemas sem parar com a pessoa amada, o que pode ser exaustivo. Se você ou a pessoa a quem ama está obcecado com um problema, provavelmente fará bem deixar a ansiedade e a tristeza saírem – mas falar sem parar sobre a questão não ajudará ninguém.

Alguns casais reservam tempo para se atualizarem sobre o que está havendo. Mas para esta opção, é preciso deixar o outro informado prática e emocionalmente.Deixar o outro saber que ambos estão trabalhando para manter as coisas equilibradas e que os dois se amam, apesar do que está havendo.
Não é possível exagerar o valor de ter alguém próximo quando se está enfrentando uma dificuldade. Tentar atacar o mundo, seu chefe, ou um advogado pode drenar toda sua energia. Ter essa pessoa ali para nos amparar pode fazer toda a diferença do mundo.
Muitas pessoas enfrentam depressões situacionais enquanto estão travando uma batalha ou se sentindo fora de controle. Se você estiver tendo dificuldade de sair da cama ou se concentrar em outros aspectos de sua vida, vai querer considerar conversar com um profissional e até tomar remédios.
Se o seu cônjuge foi pouco solidário ou se queixou amargamente de que “você está me arrastado para esta situação”, isso agravará muito as coisas. O cônjuge pode não querer ser envolvido nos problemas do outro, o que é doloroso. Se for este o caso, recomendo que se encontrem pessoas solidárias e se tente ficar entre elas o maior tempo possível.
Conheci pessoas que voltaram para perto de membros de sua família quando as coisas ficaram pesadas. Uma alternativa é trazermos pessoas solidárias para casa se isso aumentar nossa sensação de segurança.
Lembre-se de que se você cuidar de si, seu cônjuge poderá se lembrar disso também e ajudar no que puder. Aceite qualquer coisa positiva que seus entes queridos possam fazer para ajudá-lo a atravessar este período.
Quando se está lutando pela própria vida, é comum nos esquecermos de deixar a bondade e o conforto entrarem.

9 razões para nunca desistir de seu marido!

Por favor, não abandone seu marido por motivos banais antes de analisar estes 9 motivos para não cometer esse erro grave!

Se seu casamento não está mais atendendo às suas expectativas e você está pensando seriamente em terminar, não faça isso sem antes ler estas 9 razões para não cometer esse erro:

(NOTA DO JUNIO ALVES CARVALHO)
PARA MELHORAR NOSSA RELAÇÕES, SE ONTEM EU SOUBESSE DISSO, NUNCA TERIA TOMADO DECISÕES ERRÔNEAS..

1. Vocês estão ligados por meio de uma aliança

Não falo desse metal em seus dedos, falo do compromisso que firmaram ao se casarem. Isso deveria ser algo muito sagrado para você, pois para Deus é. E exceto por motivos graves, você jamais deveria cogitar a ideia de dissolvê-la.

2. É possível trazer o amor de volta

Deixe de lado as imperfeições de seu marido, os momentos ruins, e pense em todos os momentos maravilhosos que vocês passaram juntos. Vocês não eram felizes? Saiba que com um pouco de boa vontade e dedicação é possível resgatar o amor que um dia existiu. O artigo 5 ações para evitar um divórcio e outras considerações oferece um passo a passo para resgatar esse amor.

3. Ele é o melhor homem para criar seus filhos

Exceto em raros casos, o pai é o melhor homem para criar os próprios filhos. Um pai presente (lê-se morando sob o mesmo teto) é o melhor presente que uma mãe (que tem o poder de decidir sobre isso) pode dar a seus filhos.

4. Você estará protegendo seus filhos contra abusos

Nenhuma mulher está livre de se relacionar com um homem que acabe abusando de seus filhos. Não falo apenas de abuso sexual, mas também de físicos e psicológicos. É claro que os abusos podem partir do pai biológico – e a mulher jamais deverá tolerá-los, mas quando ela tem um marido que é um pai amoroso e dedicado, ela deve pensar seriamente sobre o risco de colocar seus frágeis filhos nas mãos de alguém mal-intencionado. Infelizmente o mundo está cheio de homens assim.

5. Cuidado! O outro só quer se aproveitar de você

Tem sido cada vez mais comum ver mulheres apaixonando-se por outro homem e jogando seu casamento para o alto, principalmente quando o marido não é tão carinhoso e atraente como antes. Saiba que está cheio de “brotinhos” por aí procurando mulheres carentes para ludibriar. A intenção deles, mesmo, é ter alguém em quem se escorar. Eles querem uma mulher que tenha estabilidade financeira porque adoram uma vida mansa.
Há também homens casados que se envolvem com mulheres casadas, e ao contrário do que as mulheres pensam, eles não pensam em deixar suas próprias esposas. Eles não passam de adúlteros se divertindo às suas custas. Se um homem casado está se envolvendo com você, não acredite no que ele diz. Se ele mente para a própria mulher, é bem provável que esteja mentindo também para você.
Nenhum homem que dá em cima de uma mulher casada é inocente. Com tanta mulher solteira por aí, você acha que ele se aproximou de você por você ser especial? Se pensasse isso, ele teria respeitado a aliança em seu dedo. Pode ser duro ouvir isso, mas ele está pensando somente nele mesmo.

6. O próximo relacionamento tende a ser tanto quanto imperfeito

Não se iluda! Nenhum casamento é perfeito, mesmo os das amigas que postam fotos incrivelmente felizes com seus maridos nas redes sociais. Se em seu casamento há muita discussão e estresse, saiba que o mesmo ocorrerá nos próximos relacionamentos. E há algo que você precisa saber. Toda mulher tem poder para parar uma discussão se apenas não levá-la adiante. Não é sinal de fraqueza não ter a última palavra em uma discussão, é sinal de maturidade. A mulher que faz isso considera o casamento mais importante do que ter razão. Falo aqui sobre brigas corriqueiras, que todos os casais têm, não sobre agressões físicas, humilhações ou tortura psicológica, as quais jamais devem ser toleradas.

7. Através de uma conversa franca ele poderá mudar

Já experimentou conversar com seu marido sobre o que a está desagradando? Se já conversou e ele não “move uma palha” para melhorar, talvez seja a hora de dar um ultimato. Compreendo que haja situações com as quais são bem difíceis de conviver, como crises de ciúme, falta de higiene, grosserias, entre outras. Mas se ele a ama, e perceber que poderá perdê-la se não mudar, há grandes chances de ele melhorar. Ajude-o a melhorar.

8. Você tem recursos adicionais para buscar ajuda, não os ignore

Se as incontáveis conversas entre os dois não foram frutíferas, está na hora de aproveitar os demais recursos disponíveis. Se forem religiosos, busquem ajuda de seu líder eclesiástico. Religiosos ou não, recorram à terapia de casais. Não desista de seu casamento sem ao menos esgotar todas as possibilidades de consertá-lo.

9. Dificilmente você conseguirá ser verdadeiramente feliz se desistir dele por motivos banais

Infelizmente, muitas pessoas pensam que se o amor acabou a saída é partir para outra. Elas não percebem que o amor acabou por desleixo, porque não foi nutrido adequadamente. Se havia amor no início do relacionamento, é possível resgatá-lo com um pouco de esforço.
Quando se tem um marido agressor, viciado, envolvido com práticas ilegais ou que não honra suas responsabilidades no casamento, você está em seu direito de desistir dele, principalmente se ele não demonstra interesse em mudar. Mas se ele é um homem bom, esforçado e, apesar de imperfeito, a ama, você não pode simplesmente chutá-lo e achar que ficará tudo bem. Os frutos que colherá não serão nada agradáveis.
O casamento não é um mero contrato assinado e uma aliança reluzente na mão esquerda; é um acordo entre homem, mulher e Deus. Uma aliança sagrada que envolve promessas sagradas. Quem quebrar tais promessas terá de enfrentar as amargas consequências que virão.
Mas, como para a maioria dos erros, há arrependimento. Portanto, se você está pensando, ou já está em vias de abandonar seu marido por motivos banais, deixe essa ideia de lado e concentre todos os seus esforços em recuperar o seu casamento. Faça isso por você mesma, faça isso por ele e, principalmente, por seus filhos. Todos sairão ganhando com essa decisão.


quinta-feira, 18 de abril de 2019

Por Que Você Tem Medo de Se Relacionar?

Em um relacionamento seja ele de amor ou amizade, nós nos entregamos para aquele sentimento para vivê-lo por inteiro. Entretanto, nem todas as pessoas conseguem viver essa entrega, pois estão presas a receios e inseguranças, criados ao longo de sua vida ou herdados de outras pessoas. O medo de se relacionar, por exemplo, é algo bastante comum entre aqueles que sofreram grandes decepções, os que se sentem inseguros e temem se decepcionar ou, pior, não corresponder às expectativas do outro.
A estratégia de defesa das pessoas que sentem medo de relacionamentos é se fechar e, com isso, acabam se afastando cada vez mais daqueles que o cercam, eliminando as possibilidades de criar laços de amor e amizade, que são tão importantes para se ter uma vida plena e feliz. Elas fogem das relações para não sofrerem, mas sofrem por se sentirem sozinhas, gerando um paradoxo que só chegará ao fim quando esse medo for curado.
Motivos Que Levam as Pessoas a Terem Medo de Se Relacionar
Existem diversos motivos que levam uma pessoa a sentir medo de se relacionar, e é muito importante identificar a razão para conseguir resolvê-la em seu interior e se livrar, de uma vez por todas, das amarras da insegurança. Alguns dos principais motivos são:
Decepções
As decepções do passado, principalmente aquelas relacionadas a traições, são os principais motivos que levam alguém a ter medo de confiar novamente nas pessoas. O fato de ter confiado em alguém que não correspondeu à altura gera um sofrimento que muitos não desejam sentir novamente.
Medo de Não Ser Correspondido
Um relacionamento, seja ele de amor ou amizade, acontece quando há troca de sentimentos entre duas pessoas. Neste sentido, algo que pode gerar medo é a incerteza de ser correspondido. Há, ainda, o receio de não conseguir corresponder o que o outro sente e espera e, com isso, de decepcionar o parceiro ou parceira.
Traumas de Infância
Grande parte dos problemas psicológicos que as pessoas adultas têm são resultado de algo que sofreram na infância. O medo de se relacionar costuma acontecer com indivíduos que passaram por situações de abuso quando crianças; sejam eles: físicos, emocionais ou psicológicos. O trauma gera o medo e faz com que a pessoa se afaste daqueles que se aproximam dela.
Ansiedade
A ansiedade é considerada o mal do século e ela é realmente capaz de causar diversos transtornos, incluindo o medo de se relacionar. O indivíduo ansioso não consegue viver o momento presente e está sempre agitado, pensando no futuro e se privando de viver o seu tempo presente. Com isso, está sempre preocupado com o que pode vir a acontecer, como uma decepção, um término, uma traição, pensamentos esses que lhe impendem de ter uma relação plena.
Você se identificou com alguns desses motivos? Agora vamos para o próximo passo, que é sobre como se livrar desse medo e dar a oportunidade para que as pessoas façam parte da sua vida.
Como Perder o Medo de Se Relacionar
Parece clichê dizer isso, mas existem algumas situações na vida em que a única pessoa que você te ajudar é você. Quando se trata do medo de se relacionar, essa é mais uma grande verdade. Ninguém poderá curar as suas feridas e te dar coragem, a não ser você mesmo. Para isso, é preciso que você aprenda a se conhecer e se permita buscar a resposta em seu interior, e fazer as perguntas certas. Reflita sobre estas questões e se dê uma chance!
Autoconhecimento
O autoconhecimento é o principal caminho para resolver diversos tipos de dilemas que temos em nossas vidas, pois quando entendemos os nossos sentimentos podemos finalmente assumir o controle sobre eles e conduzir melhor a nossa vida. A chamada inteligência emocional nos ajuda a lidar melhor com os medos, traumas e inseguranças. Então, busque se conhecer melhor, entender sua essência, olhe para o seu interior e trabalhe para se libertar de emoções negativas e crenças limitantes.
Qual a Sua Motivação?
Você tem medo de se relacionar, mas, ao mesmo tempo, se sente mal por não permitir que as pessoas façam parte da sua vida, então, deseja perder esse receio. Mas, qual é a real motivação que te leva a desejar viver um relacionamento? Nesse caso me refiro especificamente ao amoroso.
Se a intenção é encontrar alguém que te complete, aconselho que pare e pense: é justo colocar uma responsabilidade tão grande sobre alguém que ainda nem faz parte da sua vida? A verdade é que não é justo nem com esse alguém e nem contigo. Acredite: você é um ser maravilhoso, importante especial e tudo que é te faz capaz de se completar sozinho. Assim, quando encontrar este alguém especial, este irá somar ao que já existe em você, pois já se sentirá completo. O primeiro passo para não se decepcionar é não esperar demais do outro e deixar as coisas acontecerem de forma natural.
Cuide da Sua Autoestima
Enquanto você passar a vida repetindo em sua mente que não é capaz de despertar o interesse em ninguém e que não é uma boa companhia, estará reforçando ainda mais o muro que existe que te separa das outras pessoas. As chamadas crenças limitantes são todos esses pensamentos negativos que muitos têm a respeito de si, que os prendem e os colocam sempre para baixo. Trata-se de um círculo vicioso que, se nenhuma atitude for tomada, se tornará cada vez mais forte em seu dia a dia e relações.
Ao invés de manter o foco no lado negativo, comece a pensar nas suas qualidades. Ao ampliar sua visão, eu tenho a certeza de que fará uma lista enorme de competências, dons e talentos. Apenas pense nos pontos de melhoria que forem possíveis de serem melhorados, afinal é ótimo buscar ser a sua melhor versão, mas, ainda assim, seja gentil com você e não se maltrate. Quando aprender a se valorizar verá que as pessoas ao seu redor irão mudar a visão que têm de você e sua vida será mais leve e feliz e, com relações cada vez melhores também.
Seja Fiel a Você
O tema fidelidade tem bastante ligação com o medo de se relacionar, pois ela é um dos motivos que citei que geram essa insegurança. A pessoa que sofre com uma infidelidade precisa entender que, por pior que tenha sido, ela deve se manter fiel a si mesma. Para isso, é essencial não carregar para sua vida futura e para o seu tempo presente às amarras de uma pessoa que não foi leal a você e não alimentar o pensamento de que todos são iguais e irão agir assim com você. Se fechar frente à oportunidade de viver algo novo é o mesmo que se impedir de ser feliz. Permita-se viver uma relação melhor e deixe o passado onde ele merece estar, lá!
Por fim, se dê uma chance de encontrar sua felicidade em seus relacionamentos. Se você sente falta de se relacionar com as pessoas, não se prive de tentar. Não há como prever quando alguém irá nos decepcionar, mas certamente nós podemos escolher como lidar com isso, caso aconteça. Permita que as feridas do passado cicatrizem e se transformem em aprendizados e experiências. Esta é a beleza da vida e de ressignificar.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Por que há pessoas que não admitem seus erros?

Resultado de imagem para assumir seus erros

Se errar nos torna humanos, admitir o erro e pedir perdão deveria nos tornar (como disse Alexander Pope) divinos. No entanto, vivemos em uma época marcada pela aparente infalibilidade, na qual há muitas pessoas que não admitem seus erros, políticos que não assumem as responsabilidades de suas falhas e instituições que não aceitam o peso de seus equívocos.

Por que é tão difícil dar o passo para o reconhecimento desses erros e falhas? Por mais curioso que seja, é mais provável que nos desculpemos por algo determinado do que admitir com coragem e clareza a existência de um erro ou uma queixa. Isso foi mostrado, por exemplo, por um estudo realizado na Ohio State University.
Os psicólogos Roy Lewick e Leah Polin descobriram que é sempre mais fácil que nos digam coisas como “me desculpe se isso o incomodou” do que “é verdade, eu estava errado, cometi um erro”.
Isso tenta reparar ligeiramente o fator emocional, mas não demonstra um verdadeiro senso de responsabilidade em que alguém assume plenamente sua culpa, expressando-a de forma aberta, sincera e corajosa.
Não é fácil, portanto, admitir para os outros que alguém é falível. Nessa ânsia clássica de parecermos impecáveis, invulneráveis ao fracasso e altamente eficazes, estamos criando cenários muito rígidos e complexos
Esquecemos, talvez, que a felicidade não está em sermos divinos, porque na verdade é suficiente sermos humanos. Admitir erros é, afinal, uma oportunidade excepcional de crescimento e melhoria.
“O único homem que não erra é aquele que nunca faz nada”.
-Goethe-

Pessoas que não admitem seus erros: fatores que explicam este comportamento

As pessoas que não admitem seus erros nos desesperam a princípio. Mais tarde, tentamos fazê-las ver com mais calma a evidência de alguns fatos e, em seguida, acabamos desistindo delas.
Isso ocorre assim porque muitas vezes são estilos de personalidade tão rígidos e carentes de habilidades sociais que percebemos que não vale a pena perder o ânimo e até mesmo a saúde por nada.
No ano passado, o New York Times publicou um artigo interessante a respeito disso. Paul Krugman, professor da Universidade de Princeton, apontou que o mundo atual vive uma estranha epidemia de infalibilidade.
Isto é, começando pelos próprios políticos e demais agentes sociais, todos querem transmitir uma imagem de absoluta eficácia. Admitir erros, assumir a responsabilidade por certas falhas ou más decisões que trouxeram sérias consequências é uma linha vermelha que ninguém quer atravessar.
Isso se deve, acima de tudo, à ideia clássica de que assumir um erro é mostrar fraqueza. E em um mundo caracterizado por constante incerteza, mostrar fraqueza é precipitar uma queda.
Agora, além desse macro-cenário social conhecido (e sofrido por todos), também estamos interessados ​​nesse comportamento mais cotidiano e próximo. Aquelas pessoas que não admitem seus erros e que vivem conosco. O que há por trás desses perfis?

Irresponsabilidade pessoal

A irresponsabilidade pessoal está relacionada com a imaturidade emocional e com a falta de habilidades sociais. Assim, as pessoas que não admitem seus erros são também aquelas que apresentam sérias carências, são aquelas que carecem de competências básicas para conviver, respeitar, criar vínculos significativos, saber formar uma equipe ou até mesmo criar um projeto para o futuro.
Se eu não me responsabilizo pelos meus erros, assumo que eles não existem, que sou infalível, que minhas ações não têm consequências e que, portanto, sou capaz de tudo. Essa abordagem pessoal nos leva irremediavelmente ao fracasso e à infelicidade.

Mecanismos de defesa

Todos nós cometemos erros, e quando o fazemos temos duas opções. A primeira e mais razoável é admitir o fracasso, assumir a responsabilidade. A segunda opção é recusá-lo, bloqueá-lo e levantar ao seu redor um mecanismo de defesa sofisticado.
O mais comum é, sem dúvida, a dissonância cognitiva, na qual surgem duas situações contraditórias e alguém, em um determinado momento, pode optar por não vê-las ou não aceitá-las, de modo que sua identidade não seja afetada.
Por exemplo, um artigo publicado no European Journal of Social Psychologycomprovou algo muito interessante. As pessoas que optavam por não assumir a responsabilidade de seus erros acreditavam que, com isso, eram mais fortes, tinham maior poder sobre os demais e maior controle sobre si mesmas.
Portanto, mesmo sendo cientes de que cometeram um erro, e de que a dissonância cognitiva estava lá, optam por silenciá-la para manter seu ego bem protegido.
Em conclusão, como podemos ver, as pessoas que não admitem seus errosfazem uso de uma série de estratégias psicológicas para iludir descaradamente sua responsabilidade.
Fazer com que cheguem à razão, sem dúvida, exige um trabalho requintado e nada fácil. No entanto, isso não quer dizer que em algum momento elas não possam tomar uma atitude diferente.
Nunca é tarde demais para sair do pedestal e ser humano, admitir o erro e ter diante de si uma maravilhosa oportunidade de crescimento pessoal.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Como vencer o desânimo e o cansaço!

Desânimo pode ser definido como o contrário de motivação. Por mais que sejamos produtivos, proativos e saibamos diversas técnicas para lidar com a mente, cedo ou tarde sentiremos desânimo e cansaço.
Desanimar é algo natural, pois o ser humano vive em ciclos de energia. Às vezes estamos no pico, às vezes estamos ladeira abaixo. Esse é o padrão normal. Quem está sempre com alta energia ou sempre desanimado com a vida é que compõe uma exceção.

Mesmo sendo inevitável, há alguns truques mentais e corporais que podemos adotar para combatermos o desânimo. Com eles, você terá ferramentas poderosas para controlar seus estados e manter-se entusiasmado com a vida a maior parte do tempo.

1. Altere o foco


O desânimo geralmente vem de algum fato ou de um grupo de acontecimentos que afetam nossa motivação.
Esse problema já foi muito estudado, desde a antiguidade. A solução a que quase todos chegam é que precisamos desviar o foco para outros pontos.
Por exemplo, se está desanimado com seu emprego, pense nos seus filhos, na sua saúde, no seu hobby, em alguma coisa que esteja indo bem na sua vida. Se nada estiver indo bem, ponha uma música alegre. Ou pense em eventos felizes do passado. Se for um acesso de raiva, você pode contar ou repetir uma palavra ou um mantra.
É simplório, porém funciona. A mente distrai-se temporariamente e você consegue se livrar da negatividade.
Importante frisar que a mudança de foco não é uma solução definitiva. Você está desviando a atenção e tirando o desânimo da superfície da mente.

2. Mude seu corpo

Quando estamos desanimados, a tendência é ficarmos sérios. Olhamos para baixo, falamos devagar, nos movemos devagar, deixamos ombros e cabeça arriados.
Uma técnica que funciona muito bem é você mudar a maneira como posta o seu corpo para enviar sinais diferentes ao cérebro. Respire fundo, deixe a coluna ereta, abra um sorriso de orelha a orelha, olhe para cima. Ponha-se na sua posição mais poderosa, mesmo que não esteja se sentindo bem.
O que acontece quando fazemos isso é uma inversão: em vez do corpo seguir a mente, a mente passa a seguir o corpo.

3. Investigue profundamente

As duas primeiras técnicas contra o desânimo são superficiais. Funcionam, porém são momentâneas. Servem como uma aspirina para combater uma dor crônica: passa na hora, mas acaba voltando.
Se você quer investigar a fundo o problema do sofrimento humano, pode empenhar-se nisso junto com algum professor ou profissional.
Você pode partir para psicanálise, meditação guiada, grupos de ajuda ou outras maneiras de estudar o funcionamento da mente e dos seus problemas dentro dos padrões de pensamento.


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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Delete da sua vida o que atrapalha sua evolução (pessoal e profissional)

Ler poucos livros, evitar riscos e achar que os outros é que têm que cuidar da sua carreira são algumas das atitudes que podem impedir sua evolução!

Isso reflete o fato de que a maior parte das atitudes que atravancam o desenvolvimento de nossas vidas é, na verdade, ausência de atitudes. Deixar de fazer algo que seria produtivo, muitas vezes, significa ser improdutivo. As ações cotidianas, aparentemente pequenas, é que fazem a diferença entre trajetórias bem-sucedidas ou não. “Viver é simples. Nós é que complicamos tudo”, afirma ele, no livro. “Já vi muita gente ser demitida ou ir à falência por tomar uma atitude errada”.

A seguir, os principais pontos em que as pessoas costumam tropeçar – tropeços estes que podem levar a quedas impactantes. Uma vez atento a eles, é mais fácil aprender a cultivar hábitos mais construtivos.

1. Não estar aberto a mudanças.
Rigidez é um dos mais nocivos comportamentos hoje em dia, em que novas ferramentas surgem a cada semana e a realidade muda ao nosso redor continuamente. “Quando o Facebook surgiu muita gente achou que era bobagem, perda de tempo”, escreveu Barbosa. “Hoje o volume de negócios fechados por esse serviço mostra que bobagem foi deixar de perceber isso”.
2. Não gerenciar seu tempo.
Saber identificar as prioridades – de acordo com seus objetivos – e dizer “não” ao que vai gastar tempo e minar sua energia sem trazer resultados relevantes, são duas atitudes fundamentais para aprender a gerenciar seu tempo. Não gerenciá-lo significa ficar à mercê de decisões de outras pessoas ou do “curso natural” das coisas. Pare para pensar: você conhece alguém de sucesso apenas se deixando levar pelos acontecimentos?

Evitar esse comportamento é uma tarefa que exige alto nível de determinação, porque, o tempo todo, você receberá convites de pessoas ao redor para entrar no coro dos desanimados. No elevador, no escritório, em casa... O padrão é as pessoas reclamarem do clima, do governo, do chefe. Mas silenciar vale o esforço.3. Reclamar de tudo.
“A sua atitude com relação aos problemas do dia a dia diz muito sobre quem você é”, afirma Barbosa. “Se, em vez de reclamar do que deu errado, você cultivar uma atitude de que tudo é um aprendizado, as coisas começarão a dar certo”. É a velha história de escolher se quer olhar a vida pelo ponto de vista do copo meio vazio – ou meio cheio.
4. Não aprender a gerir as finanças.
Goste você do tema ou não, se quer prosperar na vida, é importante ter controle de seu dinheiro e decidir conscientemente o que fazer com ele. Barbosa vai mais longe e afirma que, para ter sucesso, é preciso fazer o dinheiro trabalhar para você. Sua sugestão é encarar como um aprendizado mesmo. “Comece lendo bons livros sobre o assunto e procure cursos on-line sobre isso”. Em um segundo momento, vale também conversar com um amigo que gosta do tema ou mesmo com um consultor financeiro profissional.
5. Não ter metas definidas.
“Se você não sabe para onde vai, não chegará a lugar nenhum”, escreveu Barbosa. “Ou, pior, irá com mais gente para o lugar errado”. Reserve alguns minutos no seu dia para pensar o que precisa fazer, por que e o que precisa cumprir antes do anoitecer. Faça o mesmo em relação à sua semana, uma vez por mês, uma vez por ano e em períodos mais longos.
Não saber o que pretende conquistar no curto, médio e longo prazo é um pré-requisito básico para ficar insatisfeito. Daí para entrar num ciclo vicioso de reclamações – e piorar ainda mais sua situação – é um pulo.
6. Ler poucos livros por ano.
Livros abrem a mente para novas realidades, comportamentos, pontos de vista. Agregam informação e conhecimento. Não existe um número certo de livros para ler por mês ou por ano, mas cultivar o hábito da leitura, independentemente da correria do dia a dia, é fundamental para se manter criativo, antenado e aumentar seu repertório. Inclusive, ajuda a tomar decisões melhores no trabalho.
7. Usar o fim de semana para procrastinar a vida.
Descansar não significa abandonar-se. Colocar o pijama na sexta-feira à noite e só tirar na segunda-feira de manhã, certamente comprometerá sua disposição – e produtividade – durante a semana seguinte.
Aproveite o fim de semana, quando não tem obrigações formais, para fazer coisas que lhe dêem prazer e re-energizem. Por exemplo, encontrar amigos, praticar esporte ou fazer algum curso que não necessariamente tenha a ver com sua carreira.
8. Achar que alguém é responsável por sua carreira.
Pare de esperar que os outros “cuidem” de você. Responsabilize-se pelo seu desenvolvimento profissional, afinal, o resultado faz parte de seu patrimônio pessoal e imensurável, esteja na empresa que estiver. Invista, por conta própria, em cursos, networking, workshops e outras atividades que possam potencializar suas competências e conhecimento.
9. Não correr riscos.
O potencial resultado é sempre proporcional ao nível do investimento. Garantias não existem, mas a única chance que você tem de colher resultados positivos é fazer o melhor que puder. “Se você só faz o que está acostumado a fazer, terá o resultado de sempre”, escreveu Barbosa.
Não se apegue ao resultado. Faça seus 100% - e expanda esse limite a cada nova oportunidade.

Se não deu certo dessa vez, pode dar da próxima. “Os medíocres são aqueles que ficam na média. Visionários erram, mas é assim que os riscos se tornam mais calculáveis”, diz o especialista.
10. Não ter tempo para seus relacionamentos.
Arrumar tempo para seus familiares, amigos e para você mesmo é tão importante quanto cumprir as metas de trabalho. Coloque esse compromisso na agenda e cumpra-o. Ou você até pode atingir o sucesso profissional, mas, ao chegar lá no topo, não terá ninguém com quem compartilhar suas conquistas e alegria.
11. Não ter hobbies.
Recarregar suas energias em uma atividade alheia é fundamental para manter sua disposição, autoestima e ampliar os horizontes. É também uma forma de não ficar dependente dos resultados ou reconhecimento externo no trabalho para sentir-se capaz e energizado. Mude o foco. Faça outras tarefas. Descubra novas habilidades. “Se você não tem nada que o ajude a descarregar, a relaxar, a aumentar sua energia, fica difícil alcançar o equilíbrio”, afirma Barbosa.
O que mais é possível eliminar do dia a dia?Comece pelos itens acima e, a partir daí, observe o que está truncando seu desenvolvimento. Então, complemente a lista com seus tópicos pessoais.



Como ser um minimalista sem perder!

Você já sentiu como não importa o quão difícil você tenta, quão excepcional é a sua rede, quanto você empurra para estar em todos os ev...