quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

Como ser um minimalista sem perder!


Como ser um minimalista sem perder
Você já sentiu como não importa o quão difícil você tenta, quão excepcional é a sua rede, quanto você empurra para estar em todos os eventos sociais e você percebe que simplesmente não pode continuar?

Talvez você estivesse em uma reunião ou evento, percorrendo o Instagram, quando você percebe que há ainda outro lugar onde você quer ou precisa estar.
Se isso parecer familiar para você, você pode ter o que se tornou conhecido como o medo de perder, ou FOMO.
Parece contra intuitivo, uma vez que é concebível que o medo de perder, poderia nos fazer fazer mais, avançar mais rápido e dirigir mais para conseguir mais. Mas a pesquisa mostra que o FOMO tem o efeito oposto. Isso nos retarda, limita nossa capacidade de se envolver e nos impede de viver a vida que queremos viver.
Aqui estão algumas razões pelas quais o medo de perder o caminho fica no caminho:

Isso mata nossa autoconfiança.

Quando você está constantemente comparando sua carreira, família e progresso com aqueles ao seu redor, não é de admirar que você perca a confiança em sua própria capacidade de realizar qualquer coisa digna de nota em qualquer uma dessas áreas de sua vida.
Não importa quanto progresso você faça em sua carreira, é difícil celebrar seu sucesso quando alguém está comemorando uma vitória ainda mais aparentemente impressionante do que a sua.
Por mais bonita que seja a sua foto de família mais recente, é difícil apreciá-la quando há uma dúzia de outras lindas famílias que rodam através de seus feeds de mídia social.

Rouba nossa capacidade de se envolver onde estamos.

Nosso medo de perder, nos faz olhar constantemente para fora desse momento para algo diferente que está acontecendo, em algum outro lugar.
O resultado final é, finalmente, infelicidade.
Quando não nos envolvemos onde estamos, nos sentimos insatisfeitos. Quando nos sentimos insatisfeitos, assumimos que devemos perder algo. Quando assumimos que devemos estar perdendo alguma coisa, desprendemos ainda mais nosso momento atual. E o ciclo vicioso continua.
Quanto mais tempo permitimos que isso continue, mais esse estado deprimido se instala e menos provável que se sinta motivado para o que importa.

 Nos faz subestimar as nossas realizações.

Algumas das coisas mais bonitas da vida são coisas simples: momentos tranquilos em casa com sua família. Um almoço improvisado com um amigo. Uma conversa não planejada ou inesperada com um estranho no supermercado. Um presente feito à mão de seu filho ou filha.
O medo de perder faz com que perca essas coisas completamente, só porque nos concentramos em coisas maiores e “melhores” no horizonte.
Se não pudermos ver as coisas boas já presentes em nossas vidas, no final do dia, corremos o risco de sentir que nossos esforços não são importantes.

Conclusão

Tudo se resume a aprender a deixar ir . Ou aprender a não dar a mínima, como Mark Manson coloca.
Porque, na realidade, você não pode estar em todo lugar. Você pode ler todos os livros. Você não pode assistir a todos os vídeos do YouTube, não pode ter todas as roupas do mundo.
Porque, na realidade, você não precisa deles. Temos um tempo limitado e uma quantidade ilimitada de coisas para fazer. Então, pensar que você pode tentar de tudo é uma ideia chata para começar.

Desafio diário:

Considere se há áreas em sua vida onde o medo de perder impede que você faça outra coisa que você deseja fazer.
Talvez você tenha atividades na sua agenda que você deseja não ter que participar, mas está indo por causa do medo de perder. Não vá. Simples assim.


quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Amizade verdadeira a gente reconhece!


Amigas abraçadas
A amizade é um amor que nunca morre” (Mário Quintana) 
     A
 amizade é um amor que nunca morre se no início fizermos dela como uma semente que pode ser plantada em terra fértil, e que se for regada, adubada e cultivada com todas as benesses necessárias ela germinará, dará flores e frutos de um jeito tão marcante que nunca morrerá.

De nada vai adiantar falar em amizade se quisermos apenas ter amigos e não sermos amigos.
Ser amigo é estar junto, ainda que separado fisicamente, é se preocupar com o outro, é arrumar uma forma de se falar, de se ajudar e não emitir nenhuma cobrança por isso, mas fazer pelo simples fato de saber quem é quem.
Na amizade verdadeira não há imposições, porque já se conhecem os limites e as condições do outro, não há julgamentos, porque já se sabe que ninguém é dono da verdade, e acredita-se que depreciar um amigo pode causar danos irreparáveis, deixando cicatrizes profundas.
Na amizade verdadeira não existe o egoísmo, atrás de vantagens individuais, não se faz de amigo somente por puro interesse para satisfação e realização de desejos e necessidades, porque se sabe que seria estupidez querer colher frutos de uma árvore que não se plantou.
Na amizade verdadeira não se dá ênfase a conflitos e divergências, quando existe diferença de valores, crenças e credos, não há discordância porque não existem debates, não há persuasão porque acredita-se no respeito e na tolerância e, sobretudo, sabe-se que a amizade é para ser preservada e a opinião respeitada.
A amizade se torna real e se eterniza quando consegue ultrapassar e superar todas as barreiras que o ser humano imperfeito como é consegue colocar. É quando ela se expande e cria laços, deixando impressa no coração um do outro toda a reciprocidade que existe nessa relação, compreendendo que cada um é livre para percorrer seu caminho, sabendo que na hora da precisão cada um também saberá desempenhar seu papel de amigo com toda a empatia, amor e benevolência.
Três bonecos de madeira
Amizade verdadeira a gente reconhece, ela nos conecta com o coração, não importa a latitude nem a longitude. O que importa mesmo são as atitudes generosas disponibilizadas para que esse relacionamento perpetue, estabilizando-se com o tempo.
Na amizade verdadeira não se exige que sejamos inseparáveis, mas que quando nos separamos continua tudo igual e quando sentimos a dor da ausência do amigo distante ele aparece e fica ao alcance de nossos braços e abraços nos fazendo sorrir, trazendo à tona toda a essência desse prodígio, ressaltando a grandeza dessa amizade envolvida na nobreza e sabedoria nascida e cultivada na vivência do bem-querer e do respeito mútuo compartilhado vida afora.
Verdadeiras amizades devem ser cultuadas e celebradas a qualquer momento como uma raridade.
Valorize suas amizades e seus melhores amigos, faça disso um grande acontecimento, então será um amor que nunca morrerá.


segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Fale o que ‘for bom para a edificação! Se não vai edificar, fique calado!




Se não vai edificar.. deixa pra lá.



Paz gente!
Tenho observado algumas coisas na bíblia: Jesus não ficava “batendo um papo” com os seus discípulos, em nenhum lugar na bíblia encontramos isso.  Em todas as vezes que ele se encontrava com os discípulos estava transmitindo um ensinamento. (João 4:33-38). Você nunca vai ver escrito: “E Jesus sentou com ciclano na sinagoga tal e foi falar de um assunto irrelevante qualquer.” Sempre que Ele falava com alguém, estava ensinando; exortando ou edificando.
Depois disso eu parei pra pensar.. poxa, eu não sou dessas. Ao invés de falar de algo que vai ajudar ou ensinar a pessoa fico falando o que não convém, que não vai edificar em nada sabe. Claro gente, PRECISAMOS falar de outras coisas.. AINDA estamos de passagem pelo mundo (não que possamos viver como quem vive no mundo)!  Trabalhamos, estudamos, nos relacionamos com outras pessoas, precisamos resolver assuntos corriqueiros. O foco é que: fale, mas fale no tempo certo (Eclesiastes 3:1), fale o que vá acrescentar algo realmente bom à outra pessoa (Efésios 5:4); não apenas palavras ao vento ou coisas vãs. #meEnsinaPai
Eu estava com uma amiga a alguns meses atras, e decidimos sair para comer. Quando nosso pedido chegou a mesa, oramos para agradecer pelo alimento, e, naquele dia, eu acrescentei na oração que uma edificasse a outra naquele pequeno tempo que teríamos juntas, e vou dizer, como aquilo fez diferença! Como nossa conversa foi produtiva! Discutimos experiências que tivemos com Deus, ela falou respostas que eu estava esperando, até aproveitei aquele tempo para confessar a ela (Tiago 5:16). Foi uma benção.
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem.” (Efésios 4:29)

Pensei em algumas coisas que devemos considerar antes de falar:
 Saiba que suas palavras podem gerar vida ou morte na outra pessoa. (Provérbios 18:21)
 Pense antes! Sempre.
 Se for um assunto importante, ore para que o Senhor coloque em sua boca as palavras certas. (Colossenses 4:6)
 Nunca fale demais… (Provérbios 10:19)
E lembre-se: se você tiver intimidade com Deus sempre vai saber o que dizer em qualquer ocasião, porque será conduzido pelo Espírito Santo! 😉 Isaías 30:21.




Fonte: http://www.familiasemcristo.com.br/redeuzi/2013/08/se-nao-vai-edificar-deixa-pra-la/

quinta-feira, 25 de julho de 2019

7 coisas pelas quais você não deveria se culpar tanto!

"Algumas atitudes devem ser encaradas como formas de nos resguardar de ameaças, e não como posicionamentos egoístas"



Desde cedo, somos ensinados a nos comportar de maneira adequada, a fim de agradar as pessoas que estão à nossa volta. Quando apenas expressamos o que somos e o que sentimos, a culpa surge e nos impede de apenas vivermos livremente. Temos medo do julgamento externo, e também de nossos juízes interiores, que implementam barreiras em nossas vidas. Porém, há certas ações de nosso cotidiano que não deveriam trazer sentimentos negativos, pois são manifestações de nossos desejos e necessidades. Veja a seguir, sete coisas pelas quais você não deveria se sentir culpado:

1. Dizer não

Para a Master Coach Andrea Deis, o "não" determina uma direção, e elimina a outra. Portanto, por conta de alguma insegurança, as pessoas tendem a não se posicionarem diante das situações por medo de errar. Porém, a especialista alerta: "Um 'não' na hora certa pode pesar gramas, e um 'sim' na hora errada pode representar toneladas para o seu emocional".
Além disso, ao aceitarmos fazer o que não queremos, podemos estar procurando não magoar o outro. É o que explica a psicóloga Adriana de Araújo, que aponta o receio de não ser aceito ou ficar sozinho como outras duas grandes motivações ao não permanecermos fiéis à nossa essência. Porém, é necessário encontrar um filtro para nossas necessidades e as necessidades alheias. Dizer 'não' deve ser encarado como uma ferramenta imprescindível na busca pelo bem estar.
2. Chorar e ficar triste
Quando choramos, temos a sensação de tirar um peso de nossos ombros. Porém, as óticas pelas quais olhamos o ato de estar triste não são positivas. De acordo com a psicóloga Adriana de Araújo, o choro está erroneamente ligado à fraqueza. Não nos permitimos sermos vulneráveis, e quando somos, isto gera frustração.
Para não demonstrarmos fragilidade, mascaramos a tristeza. E para Andrea, isto torna-se cada vez mais fácil por estarmos vivendo em uma era digital. "O modelo é mostrar sorriso e sucesso nas redes sociais, porém, ao fazer isto, nos esquecemos que somos seres emocionais. Não deixamos de sentir a tristeza, apenas a reprimimos para podermos vestir o papel do super-herói", conclui a especialista.

3. Descansar

Muitas pessoas podem se sentir culpadas por apenas descansar. Elas sentem que não estão sendo produtivas, ou então, que estão sendo preguiçosas. Porém, este pensamento está intimamente ligado a uma grande ansiedade, e permitir-se relaxar de vez em quando, pode potencializar sua saúde física e mental. Segundo Adriana de Araújo, existem formas para lidar com a culpa ao descansar após um dia cansativo,e uma delas, é não concluir que você poderá repousar apenas depois do término de suas tarefas.
Há fatores externos que também influenciam para o problema. A falta de reconhecimento faz com que as pessoas busquem incessantemente a validação das pessoas à sua volta, não se permitindo descansar até que atinjam seus objetivos. Porém, toda grande realização necessita de grande energia, que precisa ser reposta diariamente.

4. Ficar de mau humor

Para Andrea Deis, o "autocontrole" é cobrado constantemente pela sociedade. Porém, existe uma confusão conceitual no meio do caminho, visto que "mau-humor" e "desrespeito" são duas coisas diferentes. "O mau humor pode e deve existir, o que não pode ocorrer, é a contaminação do ambiente. Respeite o seu momento e os dos demais", afirma a especialista.
Há algumas formas de lidar com dias ruins quando se está em meio social. Ficar um pouco mais recluso e silencioso, pode ser uma forma de lidar com seus sentimentos de maneira introspectiva, evitando a culpa de afetar o próximo. Só não esqueça de respeitar suas necessidades, e não se cobre ter as melhores reações para as adversidades da rotina, pois você seu humor está fragilizado.

5. Terminar um relacionamento

Não é incomum que relacionamentos sejam prolongados por uma das partes se sentirem culpadas em terminá-lo. Isto acontece por medo da solidão, e por não querermos causar o sofrimento em alguém especial. Porém, sentir "dó" pode ser um ato cruel, já que privamos nossos parceiros de estarem vivendo novas experiências que trarão felicidade.
Para a psicóloga Cristina da Fonseca, a autopunição é comumente utilizada para que as pessoas lidem com a culpa de um término. "Temos a tendência de guardar sofrimento para sermos punidos pelo mal que fizemos", explica a especialista. Porém, este comportamento é destrutivo. É necessário que se construa a consciência de que não estamos fazendo mal ao outro, e sim, livrando ambas as partes de mais frustrações.

6. Sair da dieta

Antes de tudo, é necessário identificar os reais motivos por trás de uma dieta. E independente do motivo que faça você restringir sua alimentação, não se desanime caso realizar alguns deslizes durante o processo. A sensação de quebra de propósito vêm de nossa auto exigência excessiva.

7. Ser egoísta

Colocar-se em primeiro lugar é reflexo de uma boa autoestima. Para Andrea Deis, fomos criados para servir ao próximo. Porém, isso causa frustração, pois passamos a atender cada vez menos nossas necessidades. Encontrar um equilíbrio entre os próprios anseios e as demandas alheias passamos a nos resguardar, ao mesmo tempo em que afastamos o sentimento de culpa.

Aliás, por que sentimos culpa?

Existem muitas explicações para sentirmos culpa, mas é importante reiterar que este sentimento é mutável, e depende intimamente da subjetividade de cada um. Para Adriana de Araújo, ela surge a partir do momento em que entendemos e refletimos sobre o que foi feito no passado, com a maturidade do presente. Com o aprendizado, sentimos a necessidade de ter feito as coisas de forma diferente. Porém, segundo a especialista, é humanamente impossível avaliar uma situação em todos seus ângulos para se tomar uma decisão. Devemos nos permitir errar, e o mais importante, aceitar o que somos no presente.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Como vencer quando as pessoas não acreditam em você!

Seria simples dizer “ignore quem não bota fé no seu trabalho”. Mas a gente sabe que as coisas não funcionam desse jeito. Muitas vezes, quem não acredita naquele seu projeto é sua mãe, seu pai, seu melhor amigo ou seu colega de trabalho. Você tem planos para morar fora do país, já está com praticamente tudo planejado mas, na hora que conta para os seus pais, eles não parecem tão empolgados assim com a ideia.

Em uma conversa com os amigos mais próximos, você resume um novo projeto que tem em mente: a criação de um site ou a compra da franquia de algum restaurante.

Eles reagem com insegurança e demonstram preocupação pois não acreditam que seus planos vão resultar em algo positivo.E aí? Como vencer quando essas pessoas não acreditam em você?

É importante saber, antes de tudo, diferenciar as preocupações reais daquelas alimentadas pela inveja. Você sabe quem é seu amigo de verdade e quem quer seu bem, você sabe – ou deveria – se a sua namorada realmente te ama e torce pelo seu sucesso ou se ela quer, de alguma forma, ser superior.
Se esse for o seu caso, já passou da hora de terminar esse namoro. Ah! E amigos que não torcem pelo nosso sucesso não são nossos amigos. Pronto, agora que você separou o joio do trigo, saiba que essas pessoas queridas por você podem duvidar do seu sucesso por vários motivos: preocupação excessiva, medo de você falhar e se decepcionar, incertezas geradas por um histórico não muito favorável, enfim, as causas podem ser variadas. Para vencer, independente da crença dos seus amigos e familiares, aqui vão algumas dicas: 

"VOCÊ NÃO PRECISA DA APROVAÇÃO DELES PARA SER BEM SUCEDIDO"

Crédito: Reprodução

Desde sempre, a gente acredita que nossa identidade deve ser moldada pelas necessidades e aprovação dos outros. Primeiro, queremos alcançar a aprovação dos nossos pais, depois, dos nossos amigos na escola, depois, do nosso chefe e namorada. Você já reparou que, quanto mais velhos ficamos, mais parecemos precisar da aprovação dos outros? Essa teia de insegurança nos prende na opinião dos outros e, muitas vezes, nos impede de seguir em frente. Então, pergunte para si mesmo: o que faz a aprovação deles mais importante do que a sua própria aprovação? Muitas vezes, é óbvio, precisamos da aprovação quando existe um objetivo em comum, como um relacionamento ou um trabalho. Mas se você conseguir separar as situações em que a aprovação e a opinião alheia são realmente importantes daquelas em que apenas a sua vontade basta, você já vai estar mais perto do sucesso. 

"VOCÊ ENXERGA AS COISAS DE UM JEITO DIFERENTE, MAS ISSO É BOM"

Você já se sentiu meio deslocado no mundo? Como se só você conseguisse enxergar as vantagens de tomar determinada atitude quando ninguém mais enxerga? Por outro lado, você já sentiu que faz determinadas coisas apenas para se encaixar em padrões? Seja honesto consigo mesmo: você assiste aquela série e diz gostar dela porque realmente gosta ou porque todo mundo está assistindo e você não quer ficar de fora? Você quer prestar determinado curso no vestibular por vontade própria ou para ganhar um salário melhor e fazer a vontade dos seus pais? Não tem problema se você tomar essas decisões desde que elas sejam conscientes e não atrapalhem seus reais desejos e ambições. Não há problema algum em enxergar tudo de uma forma diferente. Abrace essa característica e, ao fazer isso, vai ser mais fácil aceitar que as pessoas ao seu redor talvez não enxerguem sucesso no mesmo caminho que você enxerga. 

"A RESPONSABILIDADE PELA SUA FELICIDADE É SÓ SUA"

Você precisa enxergar além da falta de aprovação. Além das palavras que te tiram a sua coragem, além do frio na barriga, além dos milhares de motivos para algo não dar certo. Você tem um plano? Você traçou uma meta? Você acredita? Então veja o seu plano se concretizar, tenha isso em mente em vez de pensar, todos os dias, nas coisas que podem dar errado. Eu não preciso citar aqui as dezenas de histórias onde vencedores foram desacreditados, ídolos da arte e da tecnologia foram ignorados no começo de carreira, foram chamados de loucos. Você pode errar, pode ser que seu plano não dê certo mas e daí? A sua vida não vai acabar por causa disso. Você pode acabar perdendo algum dinheiro – por isso, é importante ter uma reserva para qualquer investimento ou projeto que tenha em mente, mas você ainda tem o resto da sua vida para apostar de novo em outra coisa, não tem?

Crédito: Reprodução

FONTE:https://manualdohomemmoderno.com.br/comportamento/como-vencer-quando-as-pessoas-nao-acreditam-em-voce

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Relacionamento: como dar apoio emocional a um cônjuge!

O importante é comunicarmos gentilmente nossos sentimentos, para que ambos saibam em que pé cada um está alguma coisa pode ter acontecido no trabalho. Possivelmente você ou seu (sua) parceiro (a) pisou na bola, o que custou à família algum dinheiro extra que vai realmente fazer falta neste momento.
Talvez você possa ter involuntariamente desestabilizado sua família durante algum tempo. Seu cônjuge pode não ter a reação mais solidária, ao menos não no começo. Algumas pessoas ficam muito incomodadas quando as coisas não andam do seu jeito, e nossos cônjuges são apenas humanos.
É normal reagir emocionalmente quando alguma coisa nos tira do sério ou nos assusta, mas depois desta reação inicial, a maioria dos adultos deve conseguir pôr de lado os próprios sentimentos enquanto seu outro significativo está lidando com uma situação difícil.

Seu ente querido pode tender a agir inconscientemente, deixando aflorar todas as emoções negativas que estiver sentindo. Isso pode ser destrutivo para qualquer relacionamento. Precisamos aprender a filtrar nossas palavras, mesmo que nossas emoções estejam nos fazendo sentir abusados.Ser solidário não significa ter de fazer alguma coisa que nos cause desconforto. Se estamos realmente aborrecidos com uma decisão que nosso cônjuge fez, ou uma ação que ele empreendeu, então é preciso falar sobre isso, e talvez a conversa precise transcorrer com a ajuda de um terceiro.

O importante é comunicarmos gentilmente nossos sentimentos, para que ambos saibam em que pé cada um está e possam imaginar a melhor maneira dos dois se ajudarem mutuamente a lidar com a situação.
Algumas pessoas gostam de discutir seus problemas sem parar com a pessoa amada, o que pode ser exaustivo. Se você ou a pessoa a quem ama está obcecado com um problema, provavelmente fará bem deixar a ansiedade e a tristeza saírem – mas falar sem parar sobre a questão não ajudará ninguém.

Alguns casais reservam tempo para se atualizarem sobre o que está havendo. Mas para esta opção, é preciso deixar o outro informado prática e emocionalmente.Deixar o outro saber que ambos estão trabalhando para manter as coisas equilibradas e que os dois se amam, apesar do que está havendo.
Não é possível exagerar o valor de ter alguém próximo quando se está enfrentando uma dificuldade. Tentar atacar o mundo, seu chefe, ou um advogado pode drenar toda sua energia. Ter essa pessoa ali para nos amparar pode fazer toda a diferença do mundo.
Muitas pessoas enfrentam depressões situacionais enquanto estão travando uma batalha ou se sentindo fora de controle. Se você estiver tendo dificuldade de sair da cama ou se concentrar em outros aspectos de sua vida, vai querer considerar conversar com um profissional e até tomar remédios.
Se o seu cônjuge foi pouco solidário ou se queixou amargamente de que “você está me arrastado para esta situação”, isso agravará muito as coisas. O cônjuge pode não querer ser envolvido nos problemas do outro, o que é doloroso. Se for este o caso, recomendo que se encontrem pessoas solidárias e se tente ficar entre elas o maior tempo possível.
Conheci pessoas que voltaram para perto de membros de sua família quando as coisas ficaram pesadas. Uma alternativa é trazermos pessoas solidárias para casa se isso aumentar nossa sensação de segurança.
Lembre-se de que se você cuidar de si, seu cônjuge poderá se lembrar disso também e ajudar no que puder. Aceite qualquer coisa positiva que seus entes queridos possam fazer para ajudá-lo a atravessar este período.
Quando se está lutando pela própria vida, é comum nos esquecermos de deixar a bondade e o conforto entrarem.

9 razões para nunca desistir de seu marido!

Por favor, não abandone seu marido por motivos banais antes de analisar estes 9 motivos para não cometer esse erro grave!

Se seu casamento não está mais atendendo às suas expectativas e você está pensando seriamente em terminar, não faça isso sem antes ler estas 9 razões para não cometer esse erro:

(NOTA DO JUNIO ALVES CARVALHO)
PARA MELHORAR NOSSA RELAÇÕES, SE ONTEM EU SOUBESSE DISSO, NUNCA TERIA TOMADO DECISÕES ERRÔNEAS..

1. Vocês estão ligados por meio de uma aliança

Não falo desse metal em seus dedos, falo do compromisso que firmaram ao se casarem. Isso deveria ser algo muito sagrado para você, pois para Deus é. E exceto por motivos graves, você jamais deveria cogitar a ideia de dissolvê-la.

2. É possível trazer o amor de volta

Deixe de lado as imperfeições de seu marido, os momentos ruins, e pense em todos os momentos maravilhosos que vocês passaram juntos. Vocês não eram felizes? Saiba que com um pouco de boa vontade e dedicação é possível resgatar o amor que um dia existiu. O artigo 5 ações para evitar um divórcio e outras considerações oferece um passo a passo para resgatar esse amor.

3. Ele é o melhor homem para criar seus filhos

Exceto em raros casos, o pai é o melhor homem para criar os próprios filhos. Um pai presente (lê-se morando sob o mesmo teto) é o melhor presente que uma mãe (que tem o poder de decidir sobre isso) pode dar a seus filhos.

4. Você estará protegendo seus filhos contra abusos

Nenhuma mulher está livre de se relacionar com um homem que acabe abusando de seus filhos. Não falo apenas de abuso sexual, mas também de físicos e psicológicos. É claro que os abusos podem partir do pai biológico – e a mulher jamais deverá tolerá-los, mas quando ela tem um marido que é um pai amoroso e dedicado, ela deve pensar seriamente sobre o risco de colocar seus frágeis filhos nas mãos de alguém mal-intencionado. Infelizmente o mundo está cheio de homens assim.

5. Cuidado! O outro só quer se aproveitar de você

Tem sido cada vez mais comum ver mulheres apaixonando-se por outro homem e jogando seu casamento para o alto, principalmente quando o marido não é tão carinhoso e atraente como antes. Saiba que está cheio de “brotinhos” por aí procurando mulheres carentes para ludibriar. A intenção deles, mesmo, é ter alguém em quem se escorar. Eles querem uma mulher que tenha estabilidade financeira porque adoram uma vida mansa.
Há também homens casados que se envolvem com mulheres casadas, e ao contrário do que as mulheres pensam, eles não pensam em deixar suas próprias esposas. Eles não passam de adúlteros se divertindo às suas custas. Se um homem casado está se envolvendo com você, não acredite no que ele diz. Se ele mente para a própria mulher, é bem provável que esteja mentindo também para você.
Nenhum homem que dá em cima de uma mulher casada é inocente. Com tanta mulher solteira por aí, você acha que ele se aproximou de você por você ser especial? Se pensasse isso, ele teria respeitado a aliança em seu dedo. Pode ser duro ouvir isso, mas ele está pensando somente nele mesmo.

6. O próximo relacionamento tende a ser tanto quanto imperfeito

Não se iluda! Nenhum casamento é perfeito, mesmo os das amigas que postam fotos incrivelmente felizes com seus maridos nas redes sociais. Se em seu casamento há muita discussão e estresse, saiba que o mesmo ocorrerá nos próximos relacionamentos. E há algo que você precisa saber. Toda mulher tem poder para parar uma discussão se apenas não levá-la adiante. Não é sinal de fraqueza não ter a última palavra em uma discussão, é sinal de maturidade. A mulher que faz isso considera o casamento mais importante do que ter razão. Falo aqui sobre brigas corriqueiras, que todos os casais têm, não sobre agressões físicas, humilhações ou tortura psicológica, as quais jamais devem ser toleradas.

7. Através de uma conversa franca ele poderá mudar

Já experimentou conversar com seu marido sobre o que a está desagradando? Se já conversou e ele não “move uma palha” para melhorar, talvez seja a hora de dar um ultimato. Compreendo que haja situações com as quais são bem difíceis de conviver, como crises de ciúme, falta de higiene, grosserias, entre outras. Mas se ele a ama, e perceber que poderá perdê-la se não mudar, há grandes chances de ele melhorar. Ajude-o a melhorar.

8. Você tem recursos adicionais para buscar ajuda, não os ignore

Se as incontáveis conversas entre os dois não foram frutíferas, está na hora de aproveitar os demais recursos disponíveis. Se forem religiosos, busquem ajuda de seu líder eclesiástico. Religiosos ou não, recorram à terapia de casais. Não desista de seu casamento sem ao menos esgotar todas as possibilidades de consertá-lo.

9. Dificilmente você conseguirá ser verdadeiramente feliz se desistir dele por motivos banais

Infelizmente, muitas pessoas pensam que se o amor acabou a saída é partir para outra. Elas não percebem que o amor acabou por desleixo, porque não foi nutrido adequadamente. Se havia amor no início do relacionamento, é possível resgatá-lo com um pouco de esforço.
Quando se tem um marido agressor, viciado, envolvido com práticas ilegais ou que não honra suas responsabilidades no casamento, você está em seu direito de desistir dele, principalmente se ele não demonstra interesse em mudar. Mas se ele é um homem bom, esforçado e, apesar de imperfeito, a ama, você não pode simplesmente chutá-lo e achar que ficará tudo bem. Os frutos que colherá não serão nada agradáveis.
O casamento não é um mero contrato assinado e uma aliança reluzente na mão esquerda; é um acordo entre homem, mulher e Deus. Uma aliança sagrada que envolve promessas sagradas. Quem quebrar tais promessas terá de enfrentar as amargas consequências que virão.
Mas, como para a maioria dos erros, há arrependimento. Portanto, se você está pensando, ou já está em vias de abandonar seu marido por motivos banais, deixe essa ideia de lado e concentre todos os seus esforços em recuperar o seu casamento. Faça isso por você mesma, faça isso por ele e, principalmente, por seus filhos. Todos sairão ganhando com essa decisão.


quinta-feira, 18 de abril de 2019

Por Que Você Tem Medo de Se Relacionar?

Em um relacionamento seja ele de amor ou amizade, nós nos entregamos para aquele sentimento para vivê-lo por inteiro. Entretanto, nem todas as pessoas conseguem viver essa entrega, pois estão presas a receios e inseguranças, criados ao longo de sua vida ou herdados de outras pessoas. O medo de se relacionar, por exemplo, é algo bastante comum entre aqueles que sofreram grandes decepções, os que se sentem inseguros e temem se decepcionar ou, pior, não corresponder às expectativas do outro.
A estratégia de defesa das pessoas que sentem medo de relacionamentos é se fechar e, com isso, acabam se afastando cada vez mais daqueles que o cercam, eliminando as possibilidades de criar laços de amor e amizade, que são tão importantes para se ter uma vida plena e feliz. Elas fogem das relações para não sofrerem, mas sofrem por se sentirem sozinhas, gerando um paradoxo que só chegará ao fim quando esse medo for curado.
Motivos Que Levam as Pessoas a Terem Medo de Se Relacionar
Existem diversos motivos que levam uma pessoa a sentir medo de se relacionar, e é muito importante identificar a razão para conseguir resolvê-la em seu interior e se livrar, de uma vez por todas, das amarras da insegurança. Alguns dos principais motivos são:
Decepções
As decepções do passado, principalmente aquelas relacionadas a traições, são os principais motivos que levam alguém a ter medo de confiar novamente nas pessoas. O fato de ter confiado em alguém que não correspondeu à altura gera um sofrimento que muitos não desejam sentir novamente.
Medo de Não Ser Correspondido
Um relacionamento, seja ele de amor ou amizade, acontece quando há troca de sentimentos entre duas pessoas. Neste sentido, algo que pode gerar medo é a incerteza de ser correspondido. Há, ainda, o receio de não conseguir corresponder o que o outro sente e espera e, com isso, de decepcionar o parceiro ou parceira.
Traumas de Infância
Grande parte dos problemas psicológicos que as pessoas adultas têm são resultado de algo que sofreram na infância. O medo de se relacionar costuma acontecer com indivíduos que passaram por situações de abuso quando crianças; sejam eles: físicos, emocionais ou psicológicos. O trauma gera o medo e faz com que a pessoa se afaste daqueles que se aproximam dela.
Ansiedade
A ansiedade é considerada o mal do século e ela é realmente capaz de causar diversos transtornos, incluindo o medo de se relacionar. O indivíduo ansioso não consegue viver o momento presente e está sempre agitado, pensando no futuro e se privando de viver o seu tempo presente. Com isso, está sempre preocupado com o que pode vir a acontecer, como uma decepção, um término, uma traição, pensamentos esses que lhe impendem de ter uma relação plena.
Você se identificou com alguns desses motivos? Agora vamos para o próximo passo, que é sobre como se livrar desse medo e dar a oportunidade para que as pessoas façam parte da sua vida.
Como Perder o Medo de Se Relacionar
Parece clichê dizer isso, mas existem algumas situações na vida em que a única pessoa que você te ajudar é você. Quando se trata do medo de se relacionar, essa é mais uma grande verdade. Ninguém poderá curar as suas feridas e te dar coragem, a não ser você mesmo. Para isso, é preciso que você aprenda a se conhecer e se permita buscar a resposta em seu interior, e fazer as perguntas certas. Reflita sobre estas questões e se dê uma chance!
Autoconhecimento
O autoconhecimento é o principal caminho para resolver diversos tipos de dilemas que temos em nossas vidas, pois quando entendemos os nossos sentimentos podemos finalmente assumir o controle sobre eles e conduzir melhor a nossa vida. A chamada inteligência emocional nos ajuda a lidar melhor com os medos, traumas e inseguranças. Então, busque se conhecer melhor, entender sua essência, olhe para o seu interior e trabalhe para se libertar de emoções negativas e crenças limitantes.
Qual a Sua Motivação?
Você tem medo de se relacionar, mas, ao mesmo tempo, se sente mal por não permitir que as pessoas façam parte da sua vida, então, deseja perder esse receio. Mas, qual é a real motivação que te leva a desejar viver um relacionamento? Nesse caso me refiro especificamente ao amoroso.
Se a intenção é encontrar alguém que te complete, aconselho que pare e pense: é justo colocar uma responsabilidade tão grande sobre alguém que ainda nem faz parte da sua vida? A verdade é que não é justo nem com esse alguém e nem contigo. Acredite: você é um ser maravilhoso, importante especial e tudo que é te faz capaz de se completar sozinho. Assim, quando encontrar este alguém especial, este irá somar ao que já existe em você, pois já se sentirá completo. O primeiro passo para não se decepcionar é não esperar demais do outro e deixar as coisas acontecerem de forma natural.
Cuide da Sua Autoestima
Enquanto você passar a vida repetindo em sua mente que não é capaz de despertar o interesse em ninguém e que não é uma boa companhia, estará reforçando ainda mais o muro que existe que te separa das outras pessoas. As chamadas crenças limitantes são todos esses pensamentos negativos que muitos têm a respeito de si, que os prendem e os colocam sempre para baixo. Trata-se de um círculo vicioso que, se nenhuma atitude for tomada, se tornará cada vez mais forte em seu dia a dia e relações.
Ao invés de manter o foco no lado negativo, comece a pensar nas suas qualidades. Ao ampliar sua visão, eu tenho a certeza de que fará uma lista enorme de competências, dons e talentos. Apenas pense nos pontos de melhoria que forem possíveis de serem melhorados, afinal é ótimo buscar ser a sua melhor versão, mas, ainda assim, seja gentil com você e não se maltrate. Quando aprender a se valorizar verá que as pessoas ao seu redor irão mudar a visão que têm de você e sua vida será mais leve e feliz e, com relações cada vez melhores também.
Seja Fiel a Você
O tema fidelidade tem bastante ligação com o medo de se relacionar, pois ela é um dos motivos que citei que geram essa insegurança. A pessoa que sofre com uma infidelidade precisa entender que, por pior que tenha sido, ela deve se manter fiel a si mesma. Para isso, é essencial não carregar para sua vida futura e para o seu tempo presente às amarras de uma pessoa que não foi leal a você e não alimentar o pensamento de que todos são iguais e irão agir assim com você. Se fechar frente à oportunidade de viver algo novo é o mesmo que se impedir de ser feliz. Permita-se viver uma relação melhor e deixe o passado onde ele merece estar, lá!
Por fim, se dê uma chance de encontrar sua felicidade em seus relacionamentos. Se você sente falta de se relacionar com as pessoas, não se prive de tentar. Não há como prever quando alguém irá nos decepcionar, mas certamente nós podemos escolher como lidar com isso, caso aconteça. Permita que as feridas do passado cicatrizem e se transformem em aprendizados e experiências. Esta é a beleza da vida e de ressignificar.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Por que há pessoas que não admitem seus erros?

Resultado de imagem para assumir seus erros

Se errar nos torna humanos, admitir o erro e pedir perdão deveria nos tornar (como disse Alexander Pope) divinos. No entanto, vivemos em uma época marcada pela aparente infalibilidade, na qual há muitas pessoas que não admitem seus erros, políticos que não assumem as responsabilidades de suas falhas e instituições que não aceitam o peso de seus equívocos.

Por que é tão difícil dar o passo para o reconhecimento desses erros e falhas? Por mais curioso que seja, é mais provável que nos desculpemos por algo determinado do que admitir com coragem e clareza a existência de um erro ou uma queixa. Isso foi mostrado, por exemplo, por um estudo realizado na Ohio State University.
Os psicólogos Roy Lewick e Leah Polin descobriram que é sempre mais fácil que nos digam coisas como “me desculpe se isso o incomodou” do que “é verdade, eu estava errado, cometi um erro”.
Isso tenta reparar ligeiramente o fator emocional, mas não demonstra um verdadeiro senso de responsabilidade em que alguém assume plenamente sua culpa, expressando-a de forma aberta, sincera e corajosa.
Não é fácil, portanto, admitir para os outros que alguém é falível. Nessa ânsia clássica de parecermos impecáveis, invulneráveis ao fracasso e altamente eficazes, estamos criando cenários muito rígidos e complexos
Esquecemos, talvez, que a felicidade não está em sermos divinos, porque na verdade é suficiente sermos humanos. Admitir erros é, afinal, uma oportunidade excepcional de crescimento e melhoria.
“O único homem que não erra é aquele que nunca faz nada”.
-Goethe-

Pessoas que não admitem seus erros: fatores que explicam este comportamento

As pessoas que não admitem seus erros nos desesperam a princípio. Mais tarde, tentamos fazê-las ver com mais calma a evidência de alguns fatos e, em seguida, acabamos desistindo delas.
Isso ocorre assim porque muitas vezes são estilos de personalidade tão rígidos e carentes de habilidades sociais que percebemos que não vale a pena perder o ânimo e até mesmo a saúde por nada.
No ano passado, o New York Times publicou um artigo interessante a respeito disso. Paul Krugman, professor da Universidade de Princeton, apontou que o mundo atual vive uma estranha epidemia de infalibilidade.
Isto é, começando pelos próprios políticos e demais agentes sociais, todos querem transmitir uma imagem de absoluta eficácia. Admitir erros, assumir a responsabilidade por certas falhas ou más decisões que trouxeram sérias consequências é uma linha vermelha que ninguém quer atravessar.
Isso se deve, acima de tudo, à ideia clássica de que assumir um erro é mostrar fraqueza. E em um mundo caracterizado por constante incerteza, mostrar fraqueza é precipitar uma queda.
Agora, além desse macro-cenário social conhecido (e sofrido por todos), também estamos interessados ​​nesse comportamento mais cotidiano e próximo. Aquelas pessoas que não admitem seus erros e que vivem conosco. O que há por trás desses perfis?

Irresponsabilidade pessoal

A irresponsabilidade pessoal está relacionada com a imaturidade emocional e com a falta de habilidades sociais. Assim, as pessoas que não admitem seus erros são também aquelas que apresentam sérias carências, são aquelas que carecem de competências básicas para conviver, respeitar, criar vínculos significativos, saber formar uma equipe ou até mesmo criar um projeto para o futuro.
Se eu não me responsabilizo pelos meus erros, assumo que eles não existem, que sou infalível, que minhas ações não têm consequências e que, portanto, sou capaz de tudo. Essa abordagem pessoal nos leva irremediavelmente ao fracasso e à infelicidade.

Mecanismos de defesa

Todos nós cometemos erros, e quando o fazemos temos duas opções. A primeira e mais razoável é admitir o fracasso, assumir a responsabilidade. A segunda opção é recusá-lo, bloqueá-lo e levantar ao seu redor um mecanismo de defesa sofisticado.
O mais comum é, sem dúvida, a dissonância cognitiva, na qual surgem duas situações contraditórias e alguém, em um determinado momento, pode optar por não vê-las ou não aceitá-las, de modo que sua identidade não seja afetada.
Por exemplo, um artigo publicado no European Journal of Social Psychologycomprovou algo muito interessante. As pessoas que optavam por não assumir a responsabilidade de seus erros acreditavam que, com isso, eram mais fortes, tinham maior poder sobre os demais e maior controle sobre si mesmas.
Portanto, mesmo sendo cientes de que cometeram um erro, e de que a dissonância cognitiva estava lá, optam por silenciá-la para manter seu ego bem protegido.
Em conclusão, como podemos ver, as pessoas que não admitem seus errosfazem uso de uma série de estratégias psicológicas para iludir descaradamente sua responsabilidade.
Fazer com que cheguem à razão, sem dúvida, exige um trabalho requintado e nada fácil. No entanto, isso não quer dizer que em algum momento elas não possam tomar uma atitude diferente.
Nunca é tarde demais para sair do pedestal e ser humano, admitir o erro e ter diante de si uma maravilhosa oportunidade de crescimento pessoal.

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