quinta-feira, 25 de julho de 2019

7 coisas pelas quais você não deveria se culpar tanto!

"Algumas atitudes devem ser encaradas como formas de nos resguardar de ameaças, e não como posicionamentos egoístas"



Desde cedo, somos ensinados a nos comportar de maneira adequada, a fim de agradar as pessoas que estão à nossa volta. Quando apenas expressamos o que somos e o que sentimos, a culpa surge e nos impede de apenas vivermos livremente. Temos medo do julgamento externo, e também de nossos juízes interiores, que implementam barreiras em nossas vidas. Porém, há certas ações de nosso cotidiano que não deveriam trazer sentimentos negativos, pois são manifestações de nossos desejos e necessidades. Veja a seguir, sete coisas pelas quais você não deveria se sentir culpado:

1. Dizer não

Para a Master Coach Andrea Deis, o "não" determina uma direção, e elimina a outra. Portanto, por conta de alguma insegurança, as pessoas tendem a não se posicionarem diante das situações por medo de errar. Porém, a especialista alerta: "Um 'não' na hora certa pode pesar gramas, e um 'sim' na hora errada pode representar toneladas para o seu emocional".
Além disso, ao aceitarmos fazer o que não queremos, podemos estar procurando não magoar o outro. É o que explica a psicóloga Adriana de Araújo, que aponta o receio de não ser aceito ou ficar sozinho como outras duas grandes motivações ao não permanecermos fiéis à nossa essência. Porém, é necessário encontrar um filtro para nossas necessidades e as necessidades alheias. Dizer 'não' deve ser encarado como uma ferramenta imprescindível na busca pelo bem estar.
2. Chorar e ficar triste
Quando choramos, temos a sensação de tirar um peso de nossos ombros. Porém, as óticas pelas quais olhamos o ato de estar triste não são positivas. De acordo com a psicóloga Adriana de Araújo, o choro está erroneamente ligado à fraqueza. Não nos permitimos sermos vulneráveis, e quando somos, isto gera frustração.
Para não demonstrarmos fragilidade, mascaramos a tristeza. E para Andrea, isto torna-se cada vez mais fácil por estarmos vivendo em uma era digital. "O modelo é mostrar sorriso e sucesso nas redes sociais, porém, ao fazer isto, nos esquecemos que somos seres emocionais. Não deixamos de sentir a tristeza, apenas a reprimimos para podermos vestir o papel do super-herói", conclui a especialista.

3. Descansar

Muitas pessoas podem se sentir culpadas por apenas descansar. Elas sentem que não estão sendo produtivas, ou então, que estão sendo preguiçosas. Porém, este pensamento está intimamente ligado a uma grande ansiedade, e permitir-se relaxar de vez em quando, pode potencializar sua saúde física e mental. Segundo Adriana de Araújo, existem formas para lidar com a culpa ao descansar após um dia cansativo,e uma delas, é não concluir que você poderá repousar apenas depois do término de suas tarefas.
Há fatores externos que também influenciam para o problema. A falta de reconhecimento faz com que as pessoas busquem incessantemente a validação das pessoas à sua volta, não se permitindo descansar até que atinjam seus objetivos. Porém, toda grande realização necessita de grande energia, que precisa ser reposta diariamente.

4. Ficar de mau humor

Para Andrea Deis, o "autocontrole" é cobrado constantemente pela sociedade. Porém, existe uma confusão conceitual no meio do caminho, visto que "mau-humor" e "desrespeito" são duas coisas diferentes. "O mau humor pode e deve existir, o que não pode ocorrer, é a contaminação do ambiente. Respeite o seu momento e os dos demais", afirma a especialista.
Há algumas formas de lidar com dias ruins quando se está em meio social. Ficar um pouco mais recluso e silencioso, pode ser uma forma de lidar com seus sentimentos de maneira introspectiva, evitando a culpa de afetar o próximo. Só não esqueça de respeitar suas necessidades, e não se cobre ter as melhores reações para as adversidades da rotina, pois você seu humor está fragilizado.

5. Terminar um relacionamento

Não é incomum que relacionamentos sejam prolongados por uma das partes se sentirem culpadas em terminá-lo. Isto acontece por medo da solidão, e por não querermos causar o sofrimento em alguém especial. Porém, sentir "dó" pode ser um ato cruel, já que privamos nossos parceiros de estarem vivendo novas experiências que trarão felicidade.
Para a psicóloga Cristina da Fonseca, a autopunição é comumente utilizada para que as pessoas lidem com a culpa de um término. "Temos a tendência de guardar sofrimento para sermos punidos pelo mal que fizemos", explica a especialista. Porém, este comportamento é destrutivo. É necessário que se construa a consciência de que não estamos fazendo mal ao outro, e sim, livrando ambas as partes de mais frustrações.

6. Sair da dieta

Antes de tudo, é necessário identificar os reais motivos por trás de uma dieta. E independente do motivo que faça você restringir sua alimentação, não se desanime caso realizar alguns deslizes durante o processo. A sensação de quebra de propósito vêm de nossa auto exigência excessiva.

7. Ser egoísta

Colocar-se em primeiro lugar é reflexo de uma boa autoestima. Para Andrea Deis, fomos criados para servir ao próximo. Porém, isso causa frustração, pois passamos a atender cada vez menos nossas necessidades. Encontrar um equilíbrio entre os próprios anseios e as demandas alheias passamos a nos resguardar, ao mesmo tempo em que afastamos o sentimento de culpa.

Aliás, por que sentimos culpa?

Existem muitas explicações para sentirmos culpa, mas é importante reiterar que este sentimento é mutável, e depende intimamente da subjetividade de cada um. Para Adriana de Araújo, ela surge a partir do momento em que entendemos e refletimos sobre o que foi feito no passado, com a maturidade do presente. Com o aprendizado, sentimos a necessidade de ter feito as coisas de forma diferente. Porém, segundo a especialista, é humanamente impossível avaliar uma situação em todos seus ângulos para se tomar uma decisão. Devemos nos permitir errar, e o mais importante, aceitar o que somos no presente.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Como vencer quando as pessoas não acreditam em você!

Seria simples dizer “ignore quem não bota fé no seu trabalho”. Mas a gente sabe que as coisas não funcionam desse jeito. Muitas vezes, quem não acredita naquele seu projeto é sua mãe, seu pai, seu melhor amigo ou seu colega de trabalho. Você tem planos para morar fora do país, já está com praticamente tudo planejado mas, na hora que conta para os seus pais, eles não parecem tão empolgados assim com a ideia.

Em uma conversa com os amigos mais próximos, você resume um novo projeto que tem em mente: a criação de um site ou a compra da franquia de algum restaurante.

Eles reagem com insegurança e demonstram preocupação pois não acreditam que seus planos vão resultar em algo positivo.E aí? Como vencer quando essas pessoas não acreditam em você?

É importante saber, antes de tudo, diferenciar as preocupações reais daquelas alimentadas pela inveja. Você sabe quem é seu amigo de verdade e quem quer seu bem, você sabe – ou deveria – se a sua namorada realmente te ama e torce pelo seu sucesso ou se ela quer, de alguma forma, ser superior.
Se esse for o seu caso, já passou da hora de terminar esse namoro. Ah! E amigos que não torcem pelo nosso sucesso não são nossos amigos. Pronto, agora que você separou o joio do trigo, saiba que essas pessoas queridas por você podem duvidar do seu sucesso por vários motivos: preocupação excessiva, medo de você falhar e se decepcionar, incertezas geradas por um histórico não muito favorável, enfim, as causas podem ser variadas. Para vencer, independente da crença dos seus amigos e familiares, aqui vão algumas dicas: 

"VOCÊ NÃO PRECISA DA APROVAÇÃO DELES PARA SER BEM SUCEDIDO"

Crédito: Reprodução

Desde sempre, a gente acredita que nossa identidade deve ser moldada pelas necessidades e aprovação dos outros. Primeiro, queremos alcançar a aprovação dos nossos pais, depois, dos nossos amigos na escola, depois, do nosso chefe e namorada. Você já reparou que, quanto mais velhos ficamos, mais parecemos precisar da aprovação dos outros? Essa teia de insegurança nos prende na opinião dos outros e, muitas vezes, nos impede de seguir em frente. Então, pergunte para si mesmo: o que faz a aprovação deles mais importante do que a sua própria aprovação? Muitas vezes, é óbvio, precisamos da aprovação quando existe um objetivo em comum, como um relacionamento ou um trabalho. Mas se você conseguir separar as situações em que a aprovação e a opinião alheia são realmente importantes daquelas em que apenas a sua vontade basta, você já vai estar mais perto do sucesso. 

"VOCÊ ENXERGA AS COISAS DE UM JEITO DIFERENTE, MAS ISSO É BOM"

Você já se sentiu meio deslocado no mundo? Como se só você conseguisse enxergar as vantagens de tomar determinada atitude quando ninguém mais enxerga? Por outro lado, você já sentiu que faz determinadas coisas apenas para se encaixar em padrões? Seja honesto consigo mesmo: você assiste aquela série e diz gostar dela porque realmente gosta ou porque todo mundo está assistindo e você não quer ficar de fora? Você quer prestar determinado curso no vestibular por vontade própria ou para ganhar um salário melhor e fazer a vontade dos seus pais? Não tem problema se você tomar essas decisões desde que elas sejam conscientes e não atrapalhem seus reais desejos e ambições. Não há problema algum em enxergar tudo de uma forma diferente. Abrace essa característica e, ao fazer isso, vai ser mais fácil aceitar que as pessoas ao seu redor talvez não enxerguem sucesso no mesmo caminho que você enxerga. 

"A RESPONSABILIDADE PELA SUA FELICIDADE É SÓ SUA"

Você precisa enxergar além da falta de aprovação. Além das palavras que te tiram a sua coragem, além do frio na barriga, além dos milhares de motivos para algo não dar certo. Você tem um plano? Você traçou uma meta? Você acredita? Então veja o seu plano se concretizar, tenha isso em mente em vez de pensar, todos os dias, nas coisas que podem dar errado. Eu não preciso citar aqui as dezenas de histórias onde vencedores foram desacreditados, ídolos da arte e da tecnologia foram ignorados no começo de carreira, foram chamados de loucos. Você pode errar, pode ser que seu plano não dê certo mas e daí? A sua vida não vai acabar por causa disso. Você pode acabar perdendo algum dinheiro – por isso, é importante ter uma reserva para qualquer investimento ou projeto que tenha em mente, mas você ainda tem o resto da sua vida para apostar de novo em outra coisa, não tem?

Crédito: Reprodução

FONTE:https://manualdohomemmoderno.com.br/comportamento/como-vencer-quando-as-pessoas-nao-acreditam-em-voce

Como ser um minimalista sem perder!

Você já sentiu como não importa o quão difícil você tenta, quão excepcional é a sua rede, quanto você empurra para estar em todos os ev...