quinta-feira, 18 de abril de 2019

Por Que Você Tem Medo de Se Relacionar?

Em um relacionamento seja ele de amor ou amizade, nós nos entregamos para aquele sentimento para vivê-lo por inteiro. Entretanto, nem todas as pessoas conseguem viver essa entrega, pois estão presas a receios e inseguranças, criados ao longo de sua vida ou herdados de outras pessoas. O medo de se relacionar, por exemplo, é algo bastante comum entre aqueles que sofreram grandes decepções, os que se sentem inseguros e temem se decepcionar ou, pior, não corresponder às expectativas do outro.
A estratégia de defesa das pessoas que sentem medo de relacionamentos é se fechar e, com isso, acabam se afastando cada vez mais daqueles que o cercam, eliminando as possibilidades de criar laços de amor e amizade, que são tão importantes para se ter uma vida plena e feliz. Elas fogem das relações para não sofrerem, mas sofrem por se sentirem sozinhas, gerando um paradoxo que só chegará ao fim quando esse medo for curado.
Motivos Que Levam as Pessoas a Terem Medo de Se Relacionar
Existem diversos motivos que levam uma pessoa a sentir medo de se relacionar, e é muito importante identificar a razão para conseguir resolvê-la em seu interior e se livrar, de uma vez por todas, das amarras da insegurança. Alguns dos principais motivos são:
Decepções
As decepções do passado, principalmente aquelas relacionadas a traições, são os principais motivos que levam alguém a ter medo de confiar novamente nas pessoas. O fato de ter confiado em alguém que não correspondeu à altura gera um sofrimento que muitos não desejam sentir novamente.
Medo de Não Ser Correspondido
Um relacionamento, seja ele de amor ou amizade, acontece quando há troca de sentimentos entre duas pessoas. Neste sentido, algo que pode gerar medo é a incerteza de ser correspondido. Há, ainda, o receio de não conseguir corresponder o que o outro sente e espera e, com isso, de decepcionar o parceiro ou parceira.
Traumas de Infância
Grande parte dos problemas psicológicos que as pessoas adultas têm são resultado de algo que sofreram na infância. O medo de se relacionar costuma acontecer com indivíduos que passaram por situações de abuso quando crianças; sejam eles: físicos, emocionais ou psicológicos. O trauma gera o medo e faz com que a pessoa se afaste daqueles que se aproximam dela.
Ansiedade
A ansiedade é considerada o mal do século e ela é realmente capaz de causar diversos transtornos, incluindo o medo de se relacionar. O indivíduo ansioso não consegue viver o momento presente e está sempre agitado, pensando no futuro e se privando de viver o seu tempo presente. Com isso, está sempre preocupado com o que pode vir a acontecer, como uma decepção, um término, uma traição, pensamentos esses que lhe impendem de ter uma relação plena.
Você se identificou com alguns desses motivos? Agora vamos para o próximo passo, que é sobre como se livrar desse medo e dar a oportunidade para que as pessoas façam parte da sua vida.
Como Perder o Medo de Se Relacionar
Parece clichê dizer isso, mas existem algumas situações na vida em que a única pessoa que você te ajudar é você. Quando se trata do medo de se relacionar, essa é mais uma grande verdade. Ninguém poderá curar as suas feridas e te dar coragem, a não ser você mesmo. Para isso, é preciso que você aprenda a se conhecer e se permita buscar a resposta em seu interior, e fazer as perguntas certas. Reflita sobre estas questões e se dê uma chance!
Autoconhecimento
O autoconhecimento é o principal caminho para resolver diversos tipos de dilemas que temos em nossas vidas, pois quando entendemos os nossos sentimentos podemos finalmente assumir o controle sobre eles e conduzir melhor a nossa vida. A chamada inteligência emocional nos ajuda a lidar melhor com os medos, traumas e inseguranças. Então, busque se conhecer melhor, entender sua essência, olhe para o seu interior e trabalhe para se libertar de emoções negativas e crenças limitantes.
Qual a Sua Motivação?
Você tem medo de se relacionar, mas, ao mesmo tempo, se sente mal por não permitir que as pessoas façam parte da sua vida, então, deseja perder esse receio. Mas, qual é a real motivação que te leva a desejar viver um relacionamento? Nesse caso me refiro especificamente ao amoroso.
Se a intenção é encontrar alguém que te complete, aconselho que pare e pense: é justo colocar uma responsabilidade tão grande sobre alguém que ainda nem faz parte da sua vida? A verdade é que não é justo nem com esse alguém e nem contigo. Acredite: você é um ser maravilhoso, importante especial e tudo que é te faz capaz de se completar sozinho. Assim, quando encontrar este alguém especial, este irá somar ao que já existe em você, pois já se sentirá completo. O primeiro passo para não se decepcionar é não esperar demais do outro e deixar as coisas acontecerem de forma natural.
Cuide da Sua Autoestima
Enquanto você passar a vida repetindo em sua mente que não é capaz de despertar o interesse em ninguém e que não é uma boa companhia, estará reforçando ainda mais o muro que existe que te separa das outras pessoas. As chamadas crenças limitantes são todos esses pensamentos negativos que muitos têm a respeito de si, que os prendem e os colocam sempre para baixo. Trata-se de um círculo vicioso que, se nenhuma atitude for tomada, se tornará cada vez mais forte em seu dia a dia e relações.
Ao invés de manter o foco no lado negativo, comece a pensar nas suas qualidades. Ao ampliar sua visão, eu tenho a certeza de que fará uma lista enorme de competências, dons e talentos. Apenas pense nos pontos de melhoria que forem possíveis de serem melhorados, afinal é ótimo buscar ser a sua melhor versão, mas, ainda assim, seja gentil com você e não se maltrate. Quando aprender a se valorizar verá que as pessoas ao seu redor irão mudar a visão que têm de você e sua vida será mais leve e feliz e, com relações cada vez melhores também.
Seja Fiel a Você
O tema fidelidade tem bastante ligação com o medo de se relacionar, pois ela é um dos motivos que citei que geram essa insegurança. A pessoa que sofre com uma infidelidade precisa entender que, por pior que tenha sido, ela deve se manter fiel a si mesma. Para isso, é essencial não carregar para sua vida futura e para o seu tempo presente às amarras de uma pessoa que não foi leal a você e não alimentar o pensamento de que todos são iguais e irão agir assim com você. Se fechar frente à oportunidade de viver algo novo é o mesmo que se impedir de ser feliz. Permita-se viver uma relação melhor e deixe o passado onde ele merece estar, lá!
Por fim, se dê uma chance de encontrar sua felicidade em seus relacionamentos. Se você sente falta de se relacionar com as pessoas, não se prive de tentar. Não há como prever quando alguém irá nos decepcionar, mas certamente nós podemos escolher como lidar com isso, caso aconteça. Permita que as feridas do passado cicatrizem e se transformem em aprendizados e experiências. Esta é a beleza da vida e de ressignificar.

quarta-feira, 17 de abril de 2019

Por que há pessoas que não admitem seus erros?

Resultado de imagem para assumir seus erros

Se errar nos torna humanos, admitir o erro e pedir perdão deveria nos tornar (como disse Alexander Pope) divinos. No entanto, vivemos em uma época marcada pela aparente infalibilidade, na qual há muitas pessoas que não admitem seus erros, políticos que não assumem as responsabilidades de suas falhas e instituições que não aceitam o peso de seus equívocos.

Por que é tão difícil dar o passo para o reconhecimento desses erros e falhas? Por mais curioso que seja, é mais provável que nos desculpemos por algo determinado do que admitir com coragem e clareza a existência de um erro ou uma queixa. Isso foi mostrado, por exemplo, por um estudo realizado na Ohio State University.
Os psicólogos Roy Lewick e Leah Polin descobriram que é sempre mais fácil que nos digam coisas como “me desculpe se isso o incomodou” do que “é verdade, eu estava errado, cometi um erro”.
Isso tenta reparar ligeiramente o fator emocional, mas não demonstra um verdadeiro senso de responsabilidade em que alguém assume plenamente sua culpa, expressando-a de forma aberta, sincera e corajosa.
Não é fácil, portanto, admitir para os outros que alguém é falível. Nessa ânsia clássica de parecermos impecáveis, invulneráveis ao fracasso e altamente eficazes, estamos criando cenários muito rígidos e complexos
Esquecemos, talvez, que a felicidade não está em sermos divinos, porque na verdade é suficiente sermos humanos. Admitir erros é, afinal, uma oportunidade excepcional de crescimento e melhoria.
“O único homem que não erra é aquele que nunca faz nada”.
-Goethe-

Pessoas que não admitem seus erros: fatores que explicam este comportamento

As pessoas que não admitem seus erros nos desesperam a princípio. Mais tarde, tentamos fazê-las ver com mais calma a evidência de alguns fatos e, em seguida, acabamos desistindo delas.
Isso ocorre assim porque muitas vezes são estilos de personalidade tão rígidos e carentes de habilidades sociais que percebemos que não vale a pena perder o ânimo e até mesmo a saúde por nada.
No ano passado, o New York Times publicou um artigo interessante a respeito disso. Paul Krugman, professor da Universidade de Princeton, apontou que o mundo atual vive uma estranha epidemia de infalibilidade.
Isto é, começando pelos próprios políticos e demais agentes sociais, todos querem transmitir uma imagem de absoluta eficácia. Admitir erros, assumir a responsabilidade por certas falhas ou más decisões que trouxeram sérias consequências é uma linha vermelha que ninguém quer atravessar.
Isso se deve, acima de tudo, à ideia clássica de que assumir um erro é mostrar fraqueza. E em um mundo caracterizado por constante incerteza, mostrar fraqueza é precipitar uma queda.
Agora, além desse macro-cenário social conhecido (e sofrido por todos), também estamos interessados ​​nesse comportamento mais cotidiano e próximo. Aquelas pessoas que não admitem seus erros e que vivem conosco. O que há por trás desses perfis?

Irresponsabilidade pessoal

A irresponsabilidade pessoal está relacionada com a imaturidade emocional e com a falta de habilidades sociais. Assim, as pessoas que não admitem seus erros são também aquelas que apresentam sérias carências, são aquelas que carecem de competências básicas para conviver, respeitar, criar vínculos significativos, saber formar uma equipe ou até mesmo criar um projeto para o futuro.
Se eu não me responsabilizo pelos meus erros, assumo que eles não existem, que sou infalível, que minhas ações não têm consequências e que, portanto, sou capaz de tudo. Essa abordagem pessoal nos leva irremediavelmente ao fracasso e à infelicidade.

Mecanismos de defesa

Todos nós cometemos erros, e quando o fazemos temos duas opções. A primeira e mais razoável é admitir o fracasso, assumir a responsabilidade. A segunda opção é recusá-lo, bloqueá-lo e levantar ao seu redor um mecanismo de defesa sofisticado.
O mais comum é, sem dúvida, a dissonância cognitiva, na qual surgem duas situações contraditórias e alguém, em um determinado momento, pode optar por não vê-las ou não aceitá-las, de modo que sua identidade não seja afetada.
Por exemplo, um artigo publicado no European Journal of Social Psychologycomprovou algo muito interessante. As pessoas que optavam por não assumir a responsabilidade de seus erros acreditavam que, com isso, eram mais fortes, tinham maior poder sobre os demais e maior controle sobre si mesmas.
Portanto, mesmo sendo cientes de que cometeram um erro, e de que a dissonância cognitiva estava lá, optam por silenciá-la para manter seu ego bem protegido.
Em conclusão, como podemos ver, as pessoas que não admitem seus errosfazem uso de uma série de estratégias psicológicas para iludir descaradamente sua responsabilidade.
Fazer com que cheguem à razão, sem dúvida, exige um trabalho requintado e nada fácil. No entanto, isso não quer dizer que em algum momento elas não possam tomar uma atitude diferente.
Nunca é tarde demais para sair do pedestal e ser humano, admitir o erro e ter diante de si uma maravilhosa oportunidade de crescimento pessoal.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Como vencer o desânimo e o cansaço!

Desânimo pode ser definido como o contrário de motivação. Por mais que sejamos produtivos, proativos e saibamos diversas técnicas para lidar com a mente, cedo ou tarde sentiremos desânimo e cansaço.
Desanimar é algo natural, pois o ser humano vive em ciclos de energia. Às vezes estamos no pico, às vezes estamos ladeira abaixo. Esse é o padrão normal. Quem está sempre com alta energia ou sempre desanimado com a vida é que compõe uma exceção.

Mesmo sendo inevitável, há alguns truques mentais e corporais que podemos adotar para combatermos o desânimo. Com eles, você terá ferramentas poderosas para controlar seus estados e manter-se entusiasmado com a vida a maior parte do tempo.

1. Altere o foco


O desânimo geralmente vem de algum fato ou de um grupo de acontecimentos que afetam nossa motivação.
Esse problema já foi muito estudado, desde a antiguidade. A solução a que quase todos chegam é que precisamos desviar o foco para outros pontos.
Por exemplo, se está desanimado com seu emprego, pense nos seus filhos, na sua saúde, no seu hobby, em alguma coisa que esteja indo bem na sua vida. Se nada estiver indo bem, ponha uma música alegre. Ou pense em eventos felizes do passado. Se for um acesso de raiva, você pode contar ou repetir uma palavra ou um mantra.
É simplório, porém funciona. A mente distrai-se temporariamente e você consegue se livrar da negatividade.
Importante frisar que a mudança de foco não é uma solução definitiva. Você está desviando a atenção e tirando o desânimo da superfície da mente.

2. Mude seu corpo

Quando estamos desanimados, a tendência é ficarmos sérios. Olhamos para baixo, falamos devagar, nos movemos devagar, deixamos ombros e cabeça arriados.
Uma técnica que funciona muito bem é você mudar a maneira como posta o seu corpo para enviar sinais diferentes ao cérebro. Respire fundo, deixe a coluna ereta, abra um sorriso de orelha a orelha, olhe para cima. Ponha-se na sua posição mais poderosa, mesmo que não esteja se sentindo bem.
O que acontece quando fazemos isso é uma inversão: em vez do corpo seguir a mente, a mente passa a seguir o corpo.

3. Investigue profundamente

As duas primeiras técnicas contra o desânimo são superficiais. Funcionam, porém são momentâneas. Servem como uma aspirina para combater uma dor crônica: passa na hora, mas acaba voltando.
Se você quer investigar a fundo o problema do sofrimento humano, pode empenhar-se nisso junto com algum professor ou profissional.
Você pode partir para psicanálise, meditação guiada, grupos de ajuda ou outras maneiras de estudar o funcionamento da mente e dos seus problemas dentro dos padrões de pensamento.


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sexta-feira, 12 de abril de 2019

Delete da sua vida o que atrapalha sua evolução (pessoal e profissional)

Ler poucos livros, evitar riscos e achar que os outros é que têm que cuidar da sua carreira são algumas das atitudes que podem impedir sua evolução!

Isso reflete o fato de que a maior parte das atitudes que atravancam o desenvolvimento de nossas vidas é, na verdade, ausência de atitudes. Deixar de fazer algo que seria produtivo, muitas vezes, significa ser improdutivo. As ações cotidianas, aparentemente pequenas, é que fazem a diferença entre trajetórias bem-sucedidas ou não. “Viver é simples. Nós é que complicamos tudo”, afirma ele, no livro. “Já vi muita gente ser demitida ou ir à falência por tomar uma atitude errada”.

A seguir, os principais pontos em que as pessoas costumam tropeçar – tropeços estes que podem levar a quedas impactantes. Uma vez atento a eles, é mais fácil aprender a cultivar hábitos mais construtivos.

1. Não estar aberto a mudanças.
Rigidez é um dos mais nocivos comportamentos hoje em dia, em que novas ferramentas surgem a cada semana e a realidade muda ao nosso redor continuamente. “Quando o Facebook surgiu muita gente achou que era bobagem, perda de tempo”, escreveu Barbosa. “Hoje o volume de negócios fechados por esse serviço mostra que bobagem foi deixar de perceber isso”.
2. Não gerenciar seu tempo.
Saber identificar as prioridades – de acordo com seus objetivos – e dizer “não” ao que vai gastar tempo e minar sua energia sem trazer resultados relevantes, são duas atitudes fundamentais para aprender a gerenciar seu tempo. Não gerenciá-lo significa ficar à mercê de decisões de outras pessoas ou do “curso natural” das coisas. Pare para pensar: você conhece alguém de sucesso apenas se deixando levar pelos acontecimentos?

Evitar esse comportamento é uma tarefa que exige alto nível de determinação, porque, o tempo todo, você receberá convites de pessoas ao redor para entrar no coro dos desanimados. No elevador, no escritório, em casa... O padrão é as pessoas reclamarem do clima, do governo, do chefe. Mas silenciar vale o esforço.3. Reclamar de tudo.
“A sua atitude com relação aos problemas do dia a dia diz muito sobre quem você é”, afirma Barbosa. “Se, em vez de reclamar do que deu errado, você cultivar uma atitude de que tudo é um aprendizado, as coisas começarão a dar certo”. É a velha história de escolher se quer olhar a vida pelo ponto de vista do copo meio vazio – ou meio cheio.
4. Não aprender a gerir as finanças.
Goste você do tema ou não, se quer prosperar na vida, é importante ter controle de seu dinheiro e decidir conscientemente o que fazer com ele. Barbosa vai mais longe e afirma que, para ter sucesso, é preciso fazer o dinheiro trabalhar para você. Sua sugestão é encarar como um aprendizado mesmo. “Comece lendo bons livros sobre o assunto e procure cursos on-line sobre isso”. Em um segundo momento, vale também conversar com um amigo que gosta do tema ou mesmo com um consultor financeiro profissional.
5. Não ter metas definidas.
“Se você não sabe para onde vai, não chegará a lugar nenhum”, escreveu Barbosa. “Ou, pior, irá com mais gente para o lugar errado”. Reserve alguns minutos no seu dia para pensar o que precisa fazer, por que e o que precisa cumprir antes do anoitecer. Faça o mesmo em relação à sua semana, uma vez por mês, uma vez por ano e em períodos mais longos.
Não saber o que pretende conquistar no curto, médio e longo prazo é um pré-requisito básico para ficar insatisfeito. Daí para entrar num ciclo vicioso de reclamações – e piorar ainda mais sua situação – é um pulo.
6. Ler poucos livros por ano.
Livros abrem a mente para novas realidades, comportamentos, pontos de vista. Agregam informação e conhecimento. Não existe um número certo de livros para ler por mês ou por ano, mas cultivar o hábito da leitura, independentemente da correria do dia a dia, é fundamental para se manter criativo, antenado e aumentar seu repertório. Inclusive, ajuda a tomar decisões melhores no trabalho.
7. Usar o fim de semana para procrastinar a vida.
Descansar não significa abandonar-se. Colocar o pijama na sexta-feira à noite e só tirar na segunda-feira de manhã, certamente comprometerá sua disposição – e produtividade – durante a semana seguinte.
Aproveite o fim de semana, quando não tem obrigações formais, para fazer coisas que lhe dêem prazer e re-energizem. Por exemplo, encontrar amigos, praticar esporte ou fazer algum curso que não necessariamente tenha a ver com sua carreira.
8. Achar que alguém é responsável por sua carreira.
Pare de esperar que os outros “cuidem” de você. Responsabilize-se pelo seu desenvolvimento profissional, afinal, o resultado faz parte de seu patrimônio pessoal e imensurável, esteja na empresa que estiver. Invista, por conta própria, em cursos, networking, workshops e outras atividades que possam potencializar suas competências e conhecimento.
9. Não correr riscos.
O potencial resultado é sempre proporcional ao nível do investimento. Garantias não existem, mas a única chance que você tem de colher resultados positivos é fazer o melhor que puder. “Se você só faz o que está acostumado a fazer, terá o resultado de sempre”, escreveu Barbosa.
Não se apegue ao resultado. Faça seus 100% - e expanda esse limite a cada nova oportunidade.

Se não deu certo dessa vez, pode dar da próxima. “Os medíocres são aqueles que ficam na média. Visionários erram, mas é assim que os riscos se tornam mais calculáveis”, diz o especialista.
10. Não ter tempo para seus relacionamentos.
Arrumar tempo para seus familiares, amigos e para você mesmo é tão importante quanto cumprir as metas de trabalho. Coloque esse compromisso na agenda e cumpra-o. Ou você até pode atingir o sucesso profissional, mas, ao chegar lá no topo, não terá ninguém com quem compartilhar suas conquistas e alegria.
11. Não ter hobbies.
Recarregar suas energias em uma atividade alheia é fundamental para manter sua disposição, autoestima e ampliar os horizontes. É também uma forma de não ficar dependente dos resultados ou reconhecimento externo no trabalho para sentir-se capaz e energizado. Mude o foco. Faça outras tarefas. Descubra novas habilidades. “Se você não tem nada que o ajude a descarregar, a relaxar, a aumentar sua energia, fica difícil alcançar o equilíbrio”, afirma Barbosa.
O que mais é possível eliminar do dia a dia?Comece pelos itens acima e, a partir daí, observe o que está truncando seu desenvolvimento. Então, complemente a lista com seus tópicos pessoais.



quinta-feira, 28 de março de 2019

O que Deus diz sobre depressão?

Deus quer lhe libertar da depressão. É natural passar por tempos de tristeza mas Deus pode restaurar sua alegria. A depressão não é o fim.

O que é depressão?

Depressão é um tempo prolongado de tristeza e desânimo. A alegria parece perdida e é muito difícil ver a vida de forma positiva. A depressão pode ter muitas causas: doença, perda, desilusão, culpa, sofrimento, isolamento... Pode ser leve e durar pouco tempo ou ser muito profunda e durar meses ou até anos.
A depressão é destrutiva (Provérbios 18:14). Tristeza é um sentimento natural mas passa. Quando dura muito tempo, sem tempos de alegria, pode ser um sintoma de depressão. Outros sintomas podem ser:
  • Perda de motivação
  • Sentimentos excessivos de culpa
  • Baixa auto-estima
  • Pensamentos negativos constantes
  • Vontade de se isolar da família e dos amigos
  • Falta de concentração
  • Dormir demais
  • Pensamentos suicidas

Deus e a depressão

Deus entende a tristeza. Jesus se sentiu triste. Muitos Salmos expressam tristeza e angústia profunda. Mas a tristeza não é o fim. A depressão é tristeza fora de controle. Deus quer e pode restaurar sua alegria e esperança.
Durante a depressão pode parecer que Deus está longe ou não gosta de você. Isso não é verdade. Nossos sentimentos são enganosos (Jeremias 17:9). Deus lhe ama e está com você, mesmo quando você não sente. O plano de Deus é lhe dar esperança e futuro, não uma vida de tristeza sem fim (Jeremias 29:11). Creia na verdade de Deus, não em seus sentimentos.
Depressão não é pecado nem sinal de falta de fé. Pessoas muito espirituais e firmes com Deus também passam por tempos de depressão. Elias sentiu depressão ao ponto de querer morrer. Jeremias ficou tão deprimido que desejou nunca ter nascido! (Jeremias 20:17-18) Ainda assim, Deus os sustentou e os ajudou a ultrapassar o sofrimento e a depressão.
Não está convencido? Leia aqui: cristão pode ter depressão?
Como vencer a depressão?
Lutar contra a depressão não é fácil e leva tempo mas Deus lhe vai ajudar. Você não está sozinho nessa luta. Não desista.
  • Confie em Deus – Ele promete que a tristeza passará; acredite nisso – Mateus 11:28
  • Procure ajuda – encontre um pastor ou líder ou psicólogo que pode lhe ajudar na sua situação específica
  • Não se isole – ter companhia pode ser difícil durante a depressão mas faça o esforço; amigos levantam o ânimo e confortam – Provérbios 17:17
  • Se ocupe – procure coisas para fazer, mesmo se são só atividades ou trabalhos pequenos; a mente ocupada tem menos tempo para ser negativa
  • Ore – peça ajuda a Deus, conte para Ele tudo que você está passando; com Deus você pode ser completamente honesto e Ele ainda lhe vai amar – 1 Pedro 5:6-7
  • Leia a Bíblia – tente ler um Salmo por dia; você pode até fazer do Salmo sua oração
  • Mude seu pensamento – se obrigue a pensar em coisas positivas e agradeça a Deus por elas; não deixe a depressão vencer – Filipenses 4:8
  • Trate dos sintomas físicos – uma doença, uma má dieta ou falta de exercício físico podem causar e piorar a depressão; tome conta do seu corpo.

terça-feira, 19 de março de 2019

Entenda o que é e quais os sintomas da angústia!

Você seria capaz de definir angústia? Conseguiria listar alguns dos sentimentos experimentados por quem enfrenta este problema? Neste artigo, ajudamos você a entender melhor o tema.
Entenda o que é e quais os sintomas da angústia

Uma sensação ruim, de aperto no peito, uma agonia que vem de repente e não sabemos dizer por que. Todos esses sentimentos estão relacionados à angústia, um problema real, que pode ser indício de depressão e que precisa ser enfrentado com seriedade.
Neste artigo falaremos um pouco mais da origem da angústia e dos principais sintomas. Fique atento e não deixe de contatar um especialista caso necessite de ajuda profissional.
De onde vem a angústia?
Segundo os especialistas, angústia e ansiedade andam quase sempre de mãos dadas, mas são problemas com desencadeantes bem diferentes. Aquele medo e insegurança que você sente em relação ao futuro, normalmente de forma exagerada, seria a ansiedade se manifestando. Em compensação, quem sofre de angústia dificilmente sabe precisar o detonador deste sentimento, mas normalmente está relacionado a uma preocupação com o presente.
Uma pessoa com angústia experimenta um sentimento de vazio diante das escolhas do dia a dia, questionando a cada passo o sentido da sua vida. Muitos ignoram os sinais e o quadro se agrava, podendo gerar introversão e perda da capacidade de ação e reação. O angustiante seria justamente escolher, porque significaria abrir mão de todas as alternativas possíveis.
Em muitos casos, a angústia extrapola as manifestações psicológicas e gera impactos físicos na pessoa que a sente. O quadro mais comum é a dor no peito e aceleração dos batimentos cardíacos, comumente confundidas com o princípio de um infarto.
Como enfrentar os sintomas da angústia?
angústia não afeta tantas pessoas como a ansiedade, sendo mais frequente em mulheres que em homens. Para tratar os sintomas, o primeiro passo seria descartar que o problema não tem uma origem física, provocado por anemia ou descontrole hormonal.
Se a causa da angústia é psicológica, seguramente estará ligada a algum tipo de complexo, trauma ou situação repressora. Por isso é tão importante tentar entender de onde vem essa preocupação, identificar a origem para poder enfrentá-la, aceitando suas limitações e impotências.
No tratamento da angústia, é muito importante encontrar um psicólogo para potencializar o desenvolvimento emocional, criando as condições necessárias para contornar o que, até então, é insuportável. Sofrer em silêncio não supõe qualquer alívio para esse sentimento de agonia, o importante é conseguir desenvolver um processo de reflexão e autoconhecimento.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

10 maneiras de se proteger de quem suga as suas energias!

A energia é tudo aquilo que existe, todos somos energia. No entanto, nem toda a energia é boa, e há pessoas que, por variadíssimas razões, nos transmitem uma carga negativa, que nos deixa... sem energia. Aprenda a proteger-se contra os chamados "vampiros energéticos".


Há pessoas - e situações - que tendem a sugar a nossa energia, sendo os chamados "vampiros energéticos". As pessoas mais intuitivas são capazes de sentir que alguém ou alguma coisa está a sugar a sua energia, mas uma pessoa menos familiarizada com a sua energia e com estes processos sente-se apenas cansada, sem saber porquê. 
Como saber se está a ser vítima de um vampiro energético?
Geralmente estes sintomas vêm associados a um ataque de um vampiro energético:
- exaustão física ou mental;
- stress;
- sobrecarga, como se tivesse "um peso enorme em cima";
- dores de cabeça, de barriga, ou no peito;
- irritabilidade ou ansiedade....

As pessoas identificáveis normalmente como vampiros energéticos têm muitas destas caraterísticas:
- ego forte, necessidade de chamar a atenção e de dar nas vistas;
- estão sempre a querer discutir por tudo e por nada;
- assumem comportamentos passivo-agressivos;
- são demasiado dramáticas e narcisísticas;
- queixam-se frequentemente, estão sempre a lamuriar-se;
- gostam de falar mal dos outros e de espalhar boatos;
- têm uma forte insegurança, que se manifesta na constante necessidade de aprovação/ de elogios;
- têm comportamentos manipuladores, fazem chantagem emocional e deixam os outros a sentir-se culpados frequentemente...
Na maior parte dos casos, os "vampiros energéticos" são pessoas que tiram mais do que dão. Na verdade, acabam por ter uma espécie de "terapia gratuita" com os amigos, familiares, companheiros, colegas e mesmo estranhos com quem iniciam conversa na rua.
Os vampiros energéticos não são apenas pessoas. Aquilo que suga a nossa energia e, em vez de nos deixar revitalizados, nos deixa exaustos, também representa uma espécie de vampirismo energético:
- a Internet
- a televisão
- o telemóvel
- os centros comerciais
- as multidões
podem ser vampiros energéticos quando, em vez de nos fazerem sentir descontraídos, relaxados ou revitalizados, nos deixam simplesmente cansados. 
No caso das pessoas, torna-se mais difícil lidar com um vampiro energético quando ele é uma pessoa próxima, ou mesmo uma pessoa da nossa família. Um vampiro energético não é, por si só, uma pessoa má: é alguém que se alimenta da nossa energia, podendo fazê-lo intencionalmente, ou não. 

Como proteger-se de vampiros energéticos em 10 passos:

1 - Não o olhe nos olhos durante muito tempo seguido.
Dizem que os olhos são o espelho da alma, e a verdade é que o contacto visual é uma das formas de absorver energia de outras pessoas. Quanto mais tempo olhar outra pessoa nos olhos, mais ligado a ela fica. Nestes casos, olhe-a só de vez em quando nos olhos, sem suster o olhar.

2 - Defina um tempo limite.
Quando uma pessoa suga a sua energia, não permita que ela o faça por longos períodos, pois quanto mais tempo estiver consigo mais absorverá a sua energia. Conforme a sua própria energia, e a pessoa em causa, estabeleça um período máximo de até 20 minutos com ela e NÃO o ultrapasse. Diga que tem mesmo de se ir embora  (ou de desligar o telefone) e vá, sem remorsos.

3 - Aprenda a não reagir.
Isto é muito importante. O vampiro energético alimenta-se das reações dos outros e da empatia que cria nas suas interações. Aprenda, nestas situações, a ser indiferente ao que lhe está a dizer, gerindo com cuidado as reações que apresenta. Não o incentive "tens toda a razão" nem o tente contradizer "não estás a ver bem a situação". Oiça, sem se manifestar. Quanto menos reações tiver da sua parte, menos se alimentará de si, deixando de o procurar quando precisa de se alimentar da energia de outra pessoa.

4 - Não discuta com ele nem o contradiga.
Por mais difícil que isto possa ser, se está perante um vampiro energético não contrarie as suas ideias. Quanto mais o fizer, por melhor que seja a sua intenção, mais ele irá resistir ao que você lhe diz, deixando-o a si mais exausto.

5 - Esteja com outras pessoas quando estiver com o vampiro energético.
Se tiver de interagir com essa pessoa que, já sabe, vai deixá-lo sem energia, não vá sozinho. Leve consigo uma, duas ou três pessoas consigo, pois dessa forma as atenções do vampiro energético dissipam-se e não recaiem apenas sobre si. 

6 - Oiça mais, fale menos.
Os vampiros energéticos só procuram, na maior parte das vezes, alguém que os oiça. Quanto mais você falar, mais irá cansar-se e esgotar a sua energia. Use perguntas como "porquê", "quando" e "como", o que vai fazê-lo falar mais, preservando dessa forma a sua própria energia.

7 - Procure centrar a conversa em assuntos ligeiros.
Embora sejam o tópico preferido dos vampiros energéticos, as conversas pesadas e depressivas são elas que mais irão consumir a sua energia. Por isso, procure mudar subtilmente o foco da interação para assuntos mais leves e triviais, o que por um lado irá aborrecer o vampiro energético, fazendo-o perder o interesse em si, e por outro lado irá ajudá-lo a si a desgastar-se menos.

8 - Crie uma barreira protetora.
A visualização é uma forma protetora de criar uma barreira energética para preservar o seu equilíbrio. Enquanto está a ter um encontro desgastante, faça um esforço para se visualizar a si próprio protegido dentro de uma bolha de luz branca, ou para imaginar uma parede luminosa que o separa da pessoa que está a consumir a sua energia.

9 - Evite os encontros.
Tanto quanto lhe for possível, reduza o número de interações que tem com pessoas e situações que, já sabe, vão deixá-lo fatigado energeticamente. Evite também os telefonemas, a troca de mensagens e de e-mails. Aprenda a por um travão sempre que alguma coisa ou alguém não lhe faz bem, e evite especialmente os encontros em dias em que você já se sente cansado, desanimado ou com pouca energia. Quando o seu telefone está com pouca bateria não abusa nas chamadas, pois não? Com a sua energia deve proceder da mesma forma!

10 - Corte relações.
Esta é a medida mais drástica, mas se não tiver alternativa não evite em fazê-lo. Muitas vezes os vampiros energéticos manifestam-se profundamente desagradados quando deixam de ter um alvo do qual se alimentam, mas depressa encontram substituto e acabam por nem sentir a sua falta. Quer manter na sua vida alguém que só lhe traz energias negativas? Por difícil que por vezes isso possa ser, cortar relações com uma pessoa negativa acaba por ser uma forma de limpar a energia que diariamente nos rodeia e, desse modo, de vivermos uma vida mais saudável, mais plena e feliz.

Importante! Liberte-se dos vampiros energéticos em casa!

Sabia que os aparelhos elétricos, mesmo que não estejam a ser usados, também "sugam" a nossa energia? Evite ter televisões, consolas de jogos e computadores no quarto, perto da cama. Se não tiver alternativa, desligue-os da tomaad quando não está a usá-los e aprenda a dormir bem sem ter a televisão ligada. Mesmo na sala ou noutra divisão, evite ter a televisão ligada "só para fazer companhia", porque o seu barulho, muitas vezes repleto de gritos e com picos de som, também absorve negativamente a sua energia

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